Estava marcado para o dia 29 de outubro de 2000 a última etapa da Fórmula Indy sob comando da CART. A versão da Indy organizada pela Indy Racing League havia definido seu campeonato duas semanas antes, no Super Speedway do Texas sagrando o piloto norte-americano Buddy Lazier como campeão daquela temporada. A corrida na qual vamos falar seria a Marlboro 500 que foi realizada no Super Speedway de Fontana, na Califórnia.
No sábado, o piloto brasileiro Gil de Ferran da equipe Penske que estava na disputa do título de 2000 com o mexicano Adrian Fernandez da equipe Patrick Racing, o canadense Paul Tracy da Green e o sueco Kenny Brack da Rahal, fez a volta mais rápida e se tornou o “homem mais rápido do mundo” pela média de velocidade em Fontana, com 241.426 mph e quebrou o recorde que pertencia a outro brasileiro: Mauricio Gugelmin que em 1997 chegou a 240.942 mph no mesmo autódromo.

No domingo foram realizadas trinta e três voltas, foi ai que Michael Andretti avisou a equipe Newman Haas pelo rádio que os primeiros pingos de chuvas caiam sobre sua viseira. Da 23ª a 33ª volta houve bandeira amarela após o motor de Paul Tracy explodir e voar peças para a pista, uma delas acabou acertando o mineiro Cristiano da Matta que se despediu da equipe PPI nos muros de Fontana.
A corrida teve doze lideres diferentes dos vinte e cinco que largaram, dos quais cinco lideres eram brasileiros.

Kenny Brack foi o piloto que mais liderou a prova: 47 voltas. Jimmy Vasser o que menos liderou: 4 voltas.
A prova teve onze bandeiras amarelas e uma vermelha.
No sábado, o piloto brasileiro Gil de Ferran da equipe Penske que estava na disputa do título de 2000 com o mexicano Adrian Fernandez da equipe Patrick Racing, o canadense Paul Tracy da Green e o sueco Kenny Brack da Rahal, fez a volta mais rápida e se tornou o “homem mais rápido do mundo” pela média de velocidade em Fontana, com 241.426 mph e quebrou o recorde que pertencia a outro brasileiro: Mauricio Gugelmin que em 1997 chegou a 240.942 mph no mesmo autódromo.

No domingo foram realizadas trinta e três voltas, foi ai que Michael Andretti avisou a equipe Newman Haas pelo rádio que os primeiros pingos de chuvas caiam sobre sua viseira. Da 23ª a 33ª volta houve bandeira amarela após o motor de Paul Tracy explodir e voar peças para a pista, uma delas acabou acertando o mineiro Cristiano da Matta que se despediu da equipe PPI nos muros de Fontana.
A corrida teve doze lideres diferentes dos vinte e cinco que largaram, dos quais cinco lideres eram brasileiros.

Kenny Brack foi o piloto que mais liderou a prova: 47 voltas. Jimmy Vasser o que menos liderou: 4 voltas.
A prova teve onze bandeiras amarelas e uma vermelha.

O brasileiro Luiz Garcia Junior não conseguiu se classificar para a prova.
Em Fontana foi marcada a despedida dos motores Mercedes da Indy.
A premiação da corrida foi de U$3.760.000,00. (incluindo o premio do título e do vice campeonato).
A corrida teve 3 horas, 38 minutos, 4 segundos, 376 centésimos.
Esta corrida marcou o fim do ciclo de Mark Blundell e Juan Pablo Montoya na CART.
Casey Mears que não apareceu na transmissão do SBT correu pela equipe Rahal, largando da 15ª posição e chegou em 4ª, realizando sua primeira corrida na Indy.

Agora vocês amigos podem continuar colocando mais detalhes desta corrida que trouxe para Gil de Ferran o primeiro de seus dois títulos da CART.
Em Fontana foi marcada a despedida dos motores Mercedes da Indy.
A premiação da corrida foi de U$3.760.000,00. (incluindo o premio do título e do vice campeonato).
A corrida teve 3 horas, 38 minutos, 4 segundos, 376 centésimos.
Esta corrida marcou o fim do ciclo de Mark Blundell e Juan Pablo Montoya na CART.
Casey Mears que não apareceu na transmissão do SBT correu pela equipe Rahal, largando da 15ª posição e chegou em 4ª, realizando sua primeira corrida na Indy.

Agora vocês amigos podem continuar colocando mais detalhes desta corrida que trouxe para Gil de Ferran o primeiro de seus dois títulos da CART.
10 comentários:
Nossa a única coisa de que me lembro dessa corrida foi o final narrado com desabafo por Téo José, criticando o SBT e talz pela falta de apoio junto à categoria...infelizmente essa corrida passou em VT e eu era uma criança e meus pais ñ me deixaram ficar até tarde vendo a corrida pq eu tinha aula na segunda...s eu soubesse que Christian Fittipaldi iria ganhar (o piloto p/ quem eu torcia), que Gil deFerran iria se sagrar campeão e q eu nunca + assistiria a CART no SBT desses gloriosos anos eu definitivamente teria desobedecido meus pais!
Essa prova foi marcada pelo numero grande de quebras e acidentes, tanto que somente cinco carros terminaram a prova, dentre eles três brasileiros, nos três primeiros lugares. Christian Fittipaldi, Roberto Moreno e o campeão da temporada Gil de Ferran
A disputa do título foi mostrada em compacto após o Jô qualquer hora ou o telejornal do fim de noite não tenho certeza, só sei que era madrugada de segunda para terça. Mas quem acompanhava a programação do SBT durante a noite de segunda e viu a chamada do telejornal, já sabia do título de Gil de Ferran. Nem mesmo a prova sendo disputada na segunda e a tarde e com Gil com chances de ser campeão não fez o SBT transmitir ao vivo o complemento da prova. E pensar que eu era feliz naquela época com os compactos e não sabia.
A prova foi exibida após o Programa Livre que na época já era com a Babi eu acredito, essa mesma de A Fanzeda da Rede Record.
Seis carros terminaram a prova, quatro brasileiros entres estes seis:
1 Christian
2 Roberto
3 Gil
6 Tarso
cara. eu tenho ela gravada pela ESPN na epoca q era comentado em portugues. Foi uma das melhores corridas de todos os tempos!!! lembro q estava brincando com um amigo e subi de tarde na 3a feira( 1dia depois da prova) para grava r prova q sempre passava em VT um dia depois.
Em resumo essa e a anterior na austrália foram duas das grandes provas da cart!
abs!!!
Terrível que a ESPN chegou a mostrar no domingo o pré-race da corrida e na hora que ia começar a transmissão cortou para outra programação.
Na época os direitos de transmissão ao vivo para o Brasil eram da Directv e só os assinantes dela puderam assistir ao vivo.
A transmissão ao vivo da Directv era feita pela ESPN, mas não tinha comerciais. A mesma transmissão da Directv ia ao ar depois pela ESPN em VT, em português, geralmente com narração de Luiz Carlos Largo e comentários de Celso Miranda.
Foi a corrida com a maior quantidade de motores quebrados que eu já vi para quem gosta de motores estourando
http://www.youtube.com/watch?v=hbz8KONVrUk
Essa corrida marcou o retorno da CART ao California Speedway um ano depois da morte do Greg Moore, morto ali num acidente na prova de 1999. Lembro que na época choviam homenagens ao Moore no fórum de discussão da CART no site www.motorsport.com
Essa era uma época em que a CART ainda era muito forte e a IRL era uma categoria menor, bem fraquinha mesmo.
Esta foi a corrida que fechou com chave de lata a era SBT. Téo José foi profissional ao criticar com razão o descaso que a emissora deu a categoria. Se ficasse em 2001, o título do Gil passaria despercebido. O erro dele foi não aceitar o convite da Record para transmitir as corridas daquele ano, pois o Oscar Ulisses era ruim.
Se não me engano naquela época o Téo José tinha embarcado na onda do mal fadado canal de TV por assinatura PSN e estava morando em Miami. Posteriormente esse canal faliu e ele retornou ao Brasil, vindo a trabalhar na Rede TV! e depois na Band.
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