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Tony Kanaan disputou Ironman em Miami.

Brasileiro competiu contra atletas profissionais e anônimos em prova de resistência.

Acostumado a provas de longa duração a bordo de seu carro na Fórmula Indy, o piloto brasileiro Tony Kanaan testou seus limites físicos em outro tipo de esporte, o triatlo. Após o final da temporada 2010 da Indy, o brasileiro direcionou toda a sua atenção para o Ironman 70.3.

Além do prazer em competir, o Ironman de Miami é um evento beneficente. Através de uma parceria, os atletas que participaram da corrida tiveram a oportunidade de contribuir com a Fundação Blazeman voltada ao tratamento de esclerose. As inscrições para o Ironman 70.3 Miami tiveram o valor de $750 dólares, sendo revertido para a Fundação Blazeman.

O evento foi realizado no último sábado (30), na cidade de Miami, no estado da Flórida. A prova chama-se Ironman 70.3 devido a todo o trajeto somar 70,3 milhas de extensão, cerca de 113 quilômetros. O percurso do Ironman será composto por 1,9 quilômetros (1,2 Milhas) de natação, 90 quilômetros (56 Milhas) de bicicleta e mais 21 quilômetros (13.1 Milhas) de corrida. A prova foi dividida por inúmeras categorias divididas pela idade dos competidores, o baiano disputou a categoria onde os atletas inscritos estavam na faixa etária de 35 a 39 anos. O Ironman foi disputado pela manhã com a temperatura ambiente média de 28º.

Bruno Junqueira e Antonio Pizzonia, ex-pilotos da ChampCar, estiveram com Tony Kanaan nesse desafio.

Com a participação de 2100 atletas no geral e 526 atletas inscritos na categoria de Tony, o brasileiro completou o percurso em 5h23min43seg, sendo o 72º colocado de sua categoria e o 285ª na classificação geral. O melhor desempenho de Kanaan nesse evento foi quando subiu em sua bicicleta para disputar os 90 quilômetros nas ruas de Miami, fazendo o 50º tempo de sua categoria.

O desempenho do brasileiro poderia ter sido melhor na prova do ciclismo, não fosse um pneu furado na bicicleta de Tony Kanaan que acabou perdendo aproximadamente treze minutos para realizar a troca do pneu.

Vitor Meira foi outro da Indy que esteve em Miami para disputar o Ironman 70.3

A vitória entre os competidores profissionais foi do francês Sylvain Sudrie que completou o percurso em 4h00m41seg.

GreenLight adquiri direitos para produzir miniaturas da IndyCar na escala 1/18.

Empresa norte-americana adquiri licença para produzir réplicas para colecionadores.

A empresa GreenLight Collectibles anunciou nesta sexta-feira (29) que assinou um contrato com a Fórmula Indy para produzir réplicas dos carros da categoria na escala 1:18 da próxima temporada.

“Esta licença nos permitirá mais uma vez oferecer as autênticas réplicas na escala 1:18 da IndyCar aos colecionadores. Estamos felizes em trabalhar com a série e estamos ansiosos para trazer os carros e pilotos para os colecionadores”, afirmou Jeff Nelson, gerente nacional de vendas da GreenLight.

Rélica na escala 1:18 do carro de Scott Dixon no ano de 2004: fabricado pela Greenlight

A GreenLight é uma antiga parceira da IndyCar Series, já que desde a temporada 2003 quando a Indy Racing League pode usar o nome IndyCar Series em seu campeonato, a empresa produziu réplicas dos mais variados modelos de carros da categoria.

Nos anos de 2009 e 2010, a Hot Wheels foi a responsável pela produção das miniaturas. O grande problema para os fãs, foi que a Hot Wheels não fabricou nenhuma réplica na escala 1:18, a preferida dos colecionadores.

Hot Wheels foi a responsável pela produção das réplicas de 2009 e 2010 na escala 1:64 e 1:24

Mesmo com o direito sendo a partir do ano que vem, a GreenLight vai fabricar o carro de Dario Franchitti, campeão da temporada 2010 da Fórmula Indy na escala 1:18.

Tony Kanaan disputa o Ironman de Miami neste sábado

Brasileiro fala de quanto a preparação ajudou na pilotagem de um carro de corrida

Após encerrar a temporada de 2010 da Fórmula Indy com um pódio na etapa de Miami no início deste mês, o brasileiro Tony Kanaan terá um novo desafio pela frente na cidade onde mora nos Estados Unidos: o Ironman 70.3, famosa prova de triathlon, modalidade que alia natação, ciclismo e corrida.

Nos treinos rotineiros, Tony mergulha no Oceano Atlântico, em Miami, para nadar 1,9 quilômetros. Logo depois, o piloto da Fórmula Indy segue para pedalar 56 quilômetros. Não satisfeito, ainda executa 21 quilômetros de corrida. Esse é um exemplo de treino em que se submeteu ao decorrer do ano.

Ainda não é o fim da temporada para Kanaan, pelo menos no que diz respeito a condicionamento fisíco. O campeão de 2004 da Fórmula Indy, aos 35 anos, mantém uma intensa preparação para se adequar ao desgastante calendário que só da categoria contém 17 corridas diversificadas entre circuitos mistos e ovais. Além disso, o piloto complementa seu treinamento com exercícios cardiovasculares e musculação. Entretanto, desde o fim da temporada da Indy em Miami no dia 2 de outubro, o baiano tem direcionado sua atenção a participação no Ironman, que acontece no próximo dia 30.

O percurso do Ironman será composto por 1,9 quilômetros (1,2 Milhas) de natação, 90 quilômetros (56 Milhas) de bicicleta e mais 21 quilômetros (13.1 Milhas) de corrida. Kanaan, que tem treinado de 4 a 5 horas diárias durante toda a semana, destaca que o seu objetivo na prova é superar os seus próprios limites.

"Eu não tenho o tempo e a experiência que os atletas profissionais de triathlon tem," disse o piloto. "Seria a mesma coisa que colocá-los em um carro de corrida. Eu disputo contra eu mesmo, sem nenhuma pressão por resultado. Eu defino minhas metas e tento segui-las. Essa é a coisa boa do triathlon. Eu uso isso como meu hobbie, mas faço seriamente. Eu estou treinando como um atleta profissional, mas não estou competindo contra ninguém e sim contra eu mesmo", descrevou Kanaan.

Das três modalidades, o brasileiro se adapta melhor no ciclismo. "A corrida, com minhas pernas curtas, é onde eu mais sofro", disse piloto com o seu habitual bom humor. Kanaan falou das correlações entre competir no triathlon e pilotar na Fórmula Indy. "Estar fisicamente apto sempre ajuda a pilotar um carro de corrida. O foco do treinamento, especialmente no ciclismo, é muito importante e me ajuda muito dentro do carro de corrida. Você fica fisicamente em forma, tanto as partes aeróbica quanto as de força. Eu amo sair do carro depois da corrida e sentir que eu poderia correr outra vez", revelou um dos pilotos com melhor condicionamento físico da Fórmula Indy.

Carro da Fórmula Indy no Salão do Automóvel.

Bólido está com a pintura que Ana Beatriz utilizou em São Paulo.

A 26ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo foi inaugurada nesta quarta-feira (27) para o público. Além dos mais variados tipos de carros como é de praxe, essa edição do evento, assim como várias outras do passado recente, estará sendo exposto para os fãs da velocidade um carro da Fórmula Indy.

O carro da Indy que está no Salão do Automóvel esse ano é um Dallara, com fabricação do ano 2000 e pintado nas cores da Dreyer & Reinbold Racing, que Ana Beatriz Figueiredo utilizou na São Paulo Indy 300.

Foto: Divulgação
Carro da Fórmula Indy utilizado nas temporadas entre os anos de 2000 e 2002.

Esse chassi Dallara de 2000 teve curta duração na categoria, comparado com os atuais carros. Foram utilizados apenas entre as temporadas de 2000 e 2002. Das 37 corridas disputadas na Indy Racing League nesse período, a Dallara venceu 30 provas com esse modelo de chassis.

A partir de 2003, a Fórmula Indy adotou outra geração de chassis. Atualmente a Dallara é a única fornecedora de bólidos para a Fórmula Indy e seu carro foi concebido há sete anos.

O que mais chama atenção nesse bólido que está no Salão do Automóvel é que este carro não deve ser da equipe Dreyer & Reinbold Racing pela qual Bia Figueiredo disputou quatro provas em 2010, já que o time competiu nesse período de 2000 a 2002 com os chassis G - Force da Panoz, principal rival da italiana Dallara no início da década. Foi com esse chassi G – Force que Robbie Buhl, hoje um dos donos da equipe, conquistou a única vitória do time Dreyer & Reinbold Racing na Fórmula Indy, em Orlando, no Walt Disney World Speedway.

Fotos: IndyCar Series/Divulgação
Robbie Buhl disputando uma corrida pela Dreyer & Reinbold Racing com o chassi G-Force Panoz.

Hélio Castroneves a bordo de sua Penske (Dallara-Chevy-Firestone): O mesmo chassi que está exposto no Salão do Automóvel nas cores que Bia disputou a etapa brasileira da IndyCar 2010.

Danica Patrick é eleita a piloto mais popular da Fórmula Indy.

Pelo sexto ano consecutivo, norte-americana da Andretti fatura o prêmio.

A Fórmula Indy realiza uma votação em seu site oficial (IndyCar.com) durante toda a temporada para eleger o piloto mais popular da categoria. Pelo sexto ano consecutivo os fãs escolheram Danica Patrick como a mais popular competidora da série.

A piloto falou a respeito de seu domínio na popularidade perante aos fãs. “Estou muito lisonjeada por receber este prêmio, ainda mais pela sexta vez. As pessoas têm a habilidade de escolher o seu piloto preferido e isso pode mudar, então, é uma real honra receber um premio dos fãs”, disse Danica Patrick.


Danica atendendo um de seus fãs.

Dentro da pista Danica não conseguiu traduzir o carinho dos fãs em resultados nessa temporada. Após uma excelente temporada em 2009 sendo a melhor piloto da equipe Andretti Autosport, nesse ano a competidora do carro Nº 7 foi apenas a 10ª colocada na classificação geral, conquistando apenas dois pódios, no Texas e em Homestead, ambos a segunda colocação.

1997 - Arie Luyendyk
1998 - Arie Luyendyk
1999 – Scott Goodyear
2000 – Al Unser Jr.
2001 – Sarah Fisher
2002 – Sarah Fisher
2003 – Sarah Fisher
2004 – Sam Hornish Jr.
2005 – Danica Patrick
2006 – Danica Patrick
2007 – Danica Patrick
2008 – Danica Patrick
2009 – Danica Patrick
2010 – Danica Patrick

Helio Castroneves disputará prova na Australia

Piloto da Penske disputará provas da Stock Car australiana no circuito de rua de Surfers Paradise.

Helio Castroneves desembarcará na Austrália neste domingo (17), onde disputará a ARMOR ALL GOLD COAST 600, de 22 a 24 de outubro e válida pelo V8 Supercars Championship Series, o australiano de Stock Car.

Castroneves será o único piloto brasileiro no evento e ele faz parte de um grupo de 18 competidores internacionais, todos convidados especiais para a competição a ser disputada nas ruas de Surfers Paradise, no estado de Queensland. Também participarão Alan Menu, Alex Tagliani, Andy Priaulx, Dario Franchitti, David Brabham, Fabrizio Giovanardi, Gianni Morbidelli, Jacques Villeneuve, Mika Salo, Patrick Long, Ryan Briscoe, Scott Dixon, Scott Pruett, Sebastien Bourdais, Tiago Monteiro, Will Power e Yvan Muller.

"Estou muito animado com essa experiência. Adorei a lembrança do meu nome para estar na Austrália e participar de uma prova tão importante ao lado dos grandes pilotos australianos e de pilotos internacionais que, assim como eu, também foram honrados com o convite para essa grande festa. Vai ser demais!", festejou o piloto da de Fórmula Indy. Cada convidado internacional fará parte de um time do V8 Supercars Championship Series e Castroneves competirá pela Wilson Security Racing, com Ford Falcon FG.

Tão logo desembarque na Austrália, Castroneves iniciará uma maratona de compromissos promocionais e filantrópicos, a começar pelo próprio domingo, dia de sua chegada, quando participará de uma entrevista coletiva criada exclusivamente para ele. Essa atividade antecederá várias outras, que se estenderão até quinta-feira, com os pilotos australianos e demais convidados internacionais. Depois, pista.

Hélio Castroneves participará de corrida na Australia.

Piloto da equipe Penske vai disputar etapa da V8 australiana em outubro.

O piloto brasileiro Hélio Castroneves da equipe Penske irá participar de um evento automobilístico nas ruas de Surfers Paradise, antiga sede de uma das mais importantes corridas de Fórmula Indy. Aos 35 anos, Castroneves vai competir na V8 Supercars, uma categoria de turismo da Austrália.

Hélio Castroneves irá substituir o ex-piloto de Fórmula 1 Heinz-Harald Frentzen. “Gold Coast me traz fantásticas memórias como um dos grandes eventos automobilísticos. Quando a corrida foi anunciada eu fiquei desapontado de não poder competir. Mas, uma vez que Heinz Harald me deu outra chance de aceitar o convite eu estou empolgado. Eu amei assistir a V8 Supercars quando estive na Australia em 2008 e vejo muitas corridas no Speed Channel aqui nos Estados Unidos”, disse o tricampeão de Indianápolis.

O brasileiro já competiu cinco vezes pela Fórmula Indy na Austrália. “Gold Coast é um dos lugares mais bonitos do mundo e será legal sair de lá com um dos trofeus em formato de prancha de surf”, comentou Castroneves.

Além de Hélio, a corrida australiana terá vários representantes da atual temporada da Fórmula Indy, como Dario Franchitti, Scott Dixon, Ryan Briscoe e Will Power. O grid desta corrida contará com ex-pilotos da CART/Champ Car como Scott Pruett que venceu a corrida de 1997 da CART, Sebastian Bourdais que venceu por duas vezes em Surfers Paradise nos anos de 2005 e 2007, além de Tiago Monteiro e Mika Salo que disputaram o campeonato da CART em 2003.

Danica Patrick compete neste sábado pela Nascar Nationwide Series.

Piloto da Andretti Autosport de Fórmula Indy está em maratona de velocidade.

A norte-americana Danica Patrick competirá neste sábado em Michigan pela 23ª etapa do campeonato da Nascar Nationwide Series, a categoria de acesso mais próxima para se chegar à principal categoria da Nascar, a Sprint Cup.

Realizando poucas corridas pela Nascar devido ao calendário da Fórmula Indy, os objetivos de Danica nesta corrida são discretos. “Acho que minhas expectativas neste final de semana serão semelhantes ao da última corrida que disputei. Estou esperando por um Top15, Top20. Vamos ver o que podemos fazer”, disse Danica com relação a prova deste sábado, que terá transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal Speed Channel a partir das 15h30.

Depois de uma excelente temporada em 2009, Patrick enfrenta uma temporada de muitos problemas neste ano. “A temporada da Fórmula Indy está sendo decepcionante. Eu tive provavelmente bons resultados em pistas mistas, mas também tive corridas medíocres. Mid-Ohio foi uma delas”, afirmou a piloto do carro Nº 7 da Fórmula Indy e também da Nascar Nationwide Series.

Foto: Ron McQueen
Danica faz uma discreta temporada na Fórmula Indy alterando bons e maus resultados em 2010.

Danica vem enfrentando uma maratona de velocidade desde o mês passado que será prolongada até o mês que vem. A piloto competiu no dia quatro de julho em Watkins Glen pela Fórmula Indy, estando no final de semana seguinte disputando a corrida de Chicago pela Nascar. Nos dois finais de semana seguintes, a piloto esteve no Canadá para as disputas do GP de Toronto e Edmonton pela Fórmula Indy. A folga de Danica veio no final de semana do dia 31 de julho, quando a piloto não correu por nenhuma categoria. No último fim de semana, Danica competiu pela 12ª etapa do campeonato da Fórmula Indy em Mid-Ohio. Hoje a piloto volta a equipe JR Motorsports pela Nascar e nos próximos três finais de semana, competirá na IndyCar Series.

A próxima etapa da Nascar Nationwide Series que a piloto deverá participar é em Dover, no dia 25 de setembro, um final de semana entre o Grande Prêmio de Motegi e a corrida de Homestead da fórmula Indy.

Resumindo, em dez finais de semana seguidos, Danica Patrick não correu apenas em um deles. Após o termino da temporada 2010 da Fórmula Indy, Danica tem mais quatro etapas prevista para disputar na Nascar Nationwide Series.

O melhor resultado de Danica Patrick na temporada da Fórmula Indy foi o segundo lugar obtido no Texas no último mês de junho. Pela Nascar, Danica cruzou a linha de chegada na 24ª colocação em Chicago no mês passado, seu melhor resultado na categoria na Nascar.

Honda espera concorrência em 2012 com a nova geração de motores.

Empresa japonesa é a única fornecedora de propulsores para a Indy desde 2006.

Na semana passada, a Fórmula Indy apresentou os planos para o novo motor da categoria. A empresa japonesa irá construir um motor bi - turbo de 2.4 litros V6. Os motores Honda terão um custo de 40% reduzido em relação aos atuais propulsores fornecidos pela companhia nipônica.

"Competição é o que queremos, está em nosso DNA. Não temos visto ninguém disposto a entrar nessa, mas estamos esperando que alguém entre. Qualquer um pode competir. O que está prevenindo eles de entrarem nesta disputa?", disse Erik Berkman, presidente da Honda Performance Development (HPD), um segmento de competições da Honda.

Foto: Chris Jones
Os motores Chevy da Chevrolet rivalizaram com a Honda em meados da última da década.

Eric acha que é tarde começar um projeto de motores para 2012 a partir do zero. “Se a companhia não está bem sobre o seu processo de design agora, você não pode lançar um produto rentável para 2012. Se a companhia tem um produto funcional capaz de gerar 750 cavalos de potencia em outra categoria, então nós talvez já saibamos disso. Estamos operando com a hipótese de que pode não haver competição em 2012. Estamos nos preparado para sermos os únicos fornecedores. Se uma única fornecedora muda a competição em certo ponto, então temos feito algum investimento para isso no geral”, finalizou.

A Honda entrou no automobilismo norte-americano em 1994 e venceu seu primeiro campeonato em 1996. Nos cinco anos seguintes, a equipe venceu mais cinco campeonatos, todos com as equipes Chip Ganassi e Penske, sempre tendo mais de uma rival. Em 2004, a Honda venceu seu sétimo campeonato na Indy e o repetiu no ano seguinte, ambos na equipe Andretti Green Racing, tendo outras duas fornecedoras de motores como rivais. A partir de 2006, a Honda venceu os campeonatos sendo a única fabricante de propulsores.

Ed Carpenter disputa mais três corridas em 2010.

Piloto norte-americano volta a Fórmula Indy em três ovais.

Neste inicio de noite de segunda-feira (9), a equipe Vision Racing divulgou que Ed Carpenter estará de volta a Fórmula Indy para a realização de mais três etapas, todas em circuitos ovais.

A parceria com a equipe Panther nas 500 milhas de Indianápolis continuará nas corridas de Chicago, Kentucky e na etapa final de 2010, em Homestead. No inicio do ano, a Vision anunciou que estaria fechando as portas e não competiria em 2010, mas graças a um patrocinador e esta parceria com a Panther Racing, foi possível alinhar o carro Nº 20 em Indianápolis e nestas três etapas.

O piloto já competiu neste ano em Indianápolis pela Vision/Panther Racing. “Eu não posso esperar para volta a pista no carro Nº 20. Tivemos um grande mês em maio, então, estou animado para terminar o que começamos. Todas as três provas que vamos fazer, nós deveremos ser competitivo. Tem sido uma longa temporada da Fórmula Indy, estou ansioso para retornar”, disse Ed Carpenter.

“Estamos realmente muito animados com a oportunidade de competir em mais corridas da Fórmula Indy nesta temporada, graças ao apoio de nosso patrocinador, juntamente com John Barnes e Panther Racing”, disse Tony George, dono da equipe Vision Racing que este ano está de fora da temporada regular da categoria.

“Desde o inicio sabíamos que gostaríamos de correr mais provas com Ed Carpenter além das 500 milhas de Indianápolis. Tenho que agradecer a Vodka Fuzzy e Tony George por fazer isso acontecer, eles tiveram muito trabalho após Indianápolis para esse negocio acontecer. Sabemos que Ed estará de volta ao carro Nº 20 e será importante nestes três eventos”, comentou John Barnes, um dos donos da equipe Panther Racing.

Falta de patrocínio tirou Mario Romancini das próximas corridas da temporada.

Piloto brasileiro ainda pode voltar a competir na fase dos circuitos ovais.

O brasileiro Mario Romancini não disputará as etapas de Mid-Ohio e Sonoma da Fórmula Indy. Por falta de patrocínio, o piloto da Conquest Racing está oficialmente fora das duas próximas corridas do calendário, e segue na busca por novas parcerias para continuar competindo na última fase de circuitos ovais do calendário - que começa no dia 28 de agosto, em Chicago, e termina no dia 02 de outubro, em Miami.

Em seu campeonato de estréia na categoria, Romancini teve boas participações em corridas importantes do calendário, como as 500 Milhas de Indianápolis, conquistando a posição de estreante mais rápido do grid, e também de melhor estreante da corrida. Depois da etapa realizada no aeroporto de Edmonton, há pouco mais de uma semana, o brasileiro voltou ao Brasil para trabalhar em acordos que o permitam voltar ao cockpit ainda neste ano.

"Inicialmente, eu tinha um contrato assinado com a Conquest Racing até a prova de Indianápolis. Como fui bem nessa corrida e estava bem posicionado entre os estreantes, a equipe conseguiu com seus próprios patrocinadores uma verba extra, que me garantia no grid até a etapa de Edmonton. Infelizmente, nesse período, não consegui cobrir o restante do orçamento para completar a temporada. Existe a possibilidade de conseguirmos o restante do patrocínio para que eu possa voltar ainda este ano, mas para as próximas duas corridas a Conquest já assinou com outro piloto", declarou o brasileiro.

Helio Castroneves presta esclarecimentos e evita suspensão

Brasileiro esteve nesta segunda em Indianapolis para uma reunião com Randy Bernard.

Em clima cordial, Castroneves ouviu de Bernard que sua atitude estava sujeita a punição disciplinar, passível inclusive de suspensão de algumas corridas, mas optou pela multa em respeito aos fãs, pelo o que representa o piloto para a categoria e por saber que a reação de Castroneves, de fato, não corresponde à pessoa e esportista que ele realmente é.

Helinho agradeceu a oportunidade de poder falar com o presidente da entidade. “Quero agradecer a Randy Bernard por se encontrar comigo. Embora a minha decepção com a punição provavelmente irá permanecer comigo para sempre, acato a decisão da IRL em me penalizar por minha reação. Estou pronto para seguir em frente e esperando um grande resultado em Mid-Ohio neste fim de semana”, comentou o brasileiro da Penske.

Para Randy Bernard, a decisão não foi precipitada. “Este esporte é tão competitivo que as emoções estão sempre em alta. Entretanto, isso não justifica o comportamento de Helio. Esta é uma questão muito séria e nós pesamos todas as opções, incluindo a suspensão. Mas sentimos que a suspensão feriria os fãs mais do que ninguém. Os fãs usam o seu dinheiro suado para ver os melhores pilotos do mundo e muitos compram seus bilhetes para ver o Helio. Ele é um grande embaixador do esporte e nós sabemos que suas ações após a corrida em Edmonton não fazem parte de seu comportamento normal”, afirmou o presidente da Indy.

O piloto lamentou o fato de ter agido de maneira emocional após a prova. “Obviamente que eu não concordo com as decisões tomadas pelos organizadores da corrida. Foi um absurdo, pois eu não desviei minha trajetória. Não há desculpa para minhas ações depois da bandeira quadriculada. Peço desculpa à minha equipe, os nossos patrocinadores, fãs e toda a comunidade da Fórmula Indy pelo meu comportamento. Minhas ações foram totalmente erradas e agi de forma inadequada em relação a algumas pessoas que são minhas amigas e que eu respeito muito. Sinto muito por isso”, finalizou o piloto vencedor de 23 corridas na categoria.

Hélio Castroneves é multado em 60 mil dólares pelo episódio de Edmonton.

Piloto brasileiro também ficará sob observação até o fim da temporada.

Os oficiais da Fórmula Indy aplicaram uma multa de 60 mil dólares para Helio Castroneves, em punição para as atitudes do piloto brasileiro na etapa de Edmonton. Além da multa, o brasileiro estará sob observação até o fim do ano.

Hélio Castroneves foi penalizado por recusar seguir os oficiais da prova e por comportamento anti-esportivo quando agrediu fisicamente dois oficiais no pit lane após a corrida. Os oficiais da categoria tiveram uma reunião com o piloto da Penske nesta segunda (01).

Para o presidente de competições da Indy, a regra beneficia a segurança de todos os envolvidos. “Essa regra é única na Indy. Foi colocada em primeiro lugar para proteger nossos competidores, oficiais e fãs, prevenindo desnecessários danos aos carros e dando mais chances de ultrapassagem. Coisas ruins acontecem quando esses carros se tocam e temos tidos sérios acidentes com grandes conseqüências na história da categoria. Quando o novo advento do dispositivo anti-decolagem que virá no carro de 2010, reavaliaremos essa regra no futuro”, disse Brian Barnhart.

O presidente da IndyCar Series foi a favor da decisão tomada em Edmonton. “Eu apoio totalmente as decisões do chefe dos comissários, Brian Barnhart e do controle de corrida. Os pilotos foram avisados sobre a regra do bloqueio há algum tempo. Brian lembrou aos pilotos essa regra em Edmonton, antes da corrida na reunião de pilotos, o que serviu como primeiro aviso e a regra foi executada durante a corrida como foi ditado”, afirmou Randy Bernard.

Francesco Dracone deve ser o novo piloto da Conquest Racing

Piloto italiano testou nesta quinta-feira em Mid-Ohio

A Fórmula Indy está realizando uma sessão de testes em Mid-Ohio nesta quinta-feira (29). Uma das surpresas, é o piloto italiano Francesco Dracone a bordo do carro Nº 34, da Conquest Racing.

Como Mario Romancini anunciou que estaria de fora da próxima corrida, o teste de Francesco pode significar ser o novo piloto da Conquest a partir da próxima corrida, no mesmo circuito de Mid-Ohio.

No ano passado o piloto estava disputando a Fórmula 3000 européia.

Grande Prêmio em Detroit deve continuar fora da Fórmula Indy.

Evento tem pequenas chances de voltar ao calendário a partir de 2012.

O jornal Crain Communications com sede em Detroit anunciou na tarde desta segunda-feira (26) que a cidade deverá continuar de fora do calendário da Fórmula Indy nos próximos anos.

A crise econômica que abalou o mundo no final de 2008, ainda tem reflexos na capital do automóvel. “Não temos planos no atual momento para este Grande Prêmio retornar em 2011. Esperamos que a economia melhore o suficiente para nós trazer de volta a Detroit, talvez em 2012. Nós veremos”, disse Bud Denker, vice presidente da Penske Corporation e presidente da organização da corrida em Detroit.

O Grande Prêmio de Detroit estava no calendário da temporada passada, que foi anunciado em agosto de 2008, mas por problemas financeiros, a corrida que tinha contrato até 2010, foi cancelada ainda em dezembro daquele ano.

Mapa do circuito para os fãs no Belle Isle Park.

A cidade de Detroit sediou corridas da Fórmula Indy em um período de aproximadamente duas décadas. As primeiras corridas realizadas na cidade, entre os anos de 1989 e 1991, foram disputadas no mesmo circuito que recebeu a Fórmula 1 na década de oitenta. A partir de 1992, o evento passou a ser realizado em um ponto muito próximo ao antigo circuito, no Belle Isle Park. Em 2002, por problemas financeiros, o evento deixou de ser realizado pela CART, retornando ao cenário do automobilismo apenas em 2007, agora, pela IndyCar Series.

Nas quinze corridas disputadas da Fórmula Indy em Detroit, os pilotos brasileiros conquistaram cinco vitórias. Emerson Fittipaldi ganhou em 1989 e 1991, Hélio Castroneves ganhou consecutivamente em 2000 e 2001, enquanto que o Tony Kanaan venceu a edição de 2007.

Roger Penske foi o grande responsável pela volta do Grande Prêmio ao calendário da Indy três anos atrás. Estima-se, que foram investidos mais de sete milhões de dólares na revitalização do local para receber a Fórmula Indy.

Fórmula Indy continua renovando com suas parceiras tecnológicas.

Empresa que fábrica caixa de cambio para a categoria, continua em 2012 com o carro novo.

Por Jackson Lincoln e Fábio Henrique

Na semana passada a IndyCar Series divulgou o futuro do novo carro da categoria. A Dallara que fabrica os atuais chassis continua a ser a fabricante exclusiva da base principal do carro, com outras empresas e até mesmo as próprias equipes podendo construir a parte aerodinâmica do carro.

Com relação aos motores e pneus, nada ficou decidido. Mas, a relação com a Firestone vem de longa data, deste o ano de criação da Indy Racing League. Os motores serão turbos, mas com a possibilidade de varias marcar entrarem na disputa. A Honda está com a categoria há sete anos, sem contar as outras nove temporadas que esteve presente na CART.

Foto: Chris Johnes/IndyCar Series
A lenda A. J. Foyt conferindo a transmissão do carro Nº 14 de Vitor Meira na tarde desta quinta-feira (22) em Edmonton

Nesta quinta-feira (22), a categoria comunicou a continuidade de mais uma parceira, a X-trac, uma das principais marcas de transmissões para carros de competições do mundo. Neste fim de semana, na etapa de Edmonton, a empresa atingirá a marca de mais de dois milhões de milhas percorridas, ou seja, mais de 3,2 milhões de quilômetros disputados, seja em treino ou corridas, somando todos os carros da Indy ao longo da última década.

A marca também prepara uma nova especificação para uma transmissão mais leve para o novo chassi da Fórmula Indy. Atualmente, o carro da Indy pesa em torno de 720 quilos com a configuração para pistas mistas e de rua, enquanto o carro para uma pista oval é cerca de trinta quilos mais leve. A direção da Fórmula Indy estuda em reduzir o peso do carro em até noventa quilos.

O fabricante com bases na Inglaterra e Estados Unidos, está presente como fornecedor exclusivo de caixas de câmbio na Fórmula Indy há dez anos.

“Passar por este momento marca uma década bem sucedida e uma longa relação com uma das melhores categorias do automobilismo no mundo. Nós agora olhamos para frente em submeter nossas propostas para uma nova e leve caixa de câmbio e gostaríamos de aproveitar esta oportunidade para agradecer à Dallara por vencer a disputa como fornecedora do novo chassi”, disse Peter Digby, presidente da X-trac.

Dirigente da Lotus aposta no novo carro da Fórmula Indy

Tony Fernandes diz que sua equipe da F1 pode ter envolvimento direto com a Indy no futuro.

A Lotus apresentou um possível interesse em um grande envolvimento com a próxima geração dos carros da Fórmula Indy, seguindo o anúncio sobre o futuro da categoria, que foi feito ontem em Indiana. A Lotus F1 tem uma parceria com a equipe KV Racing Technology para bancar o piloto japonês Takuma Sato na equipe que pertence a Kevin Kalkhoven e Jimmy Vasser.

O principal dirigente da equipe da Fórmula 1, falou a respeito do novo carro da categoria. “A Lotus parabeniza a Fórmula Indy nestas animadoras novidades e apóia o conceito revolucionário da célula de segurança universal com vários fabricantes produzindo os kits aerodinâmicos”, disse Tony Fernandes, chefe da equipe Lotus de Fórmula 1.

Fernandes comentou que em um futuro próximo a sua equipe pode ter um envolvimento ainda maior com a Fórmula Indy. “Nós estamos otimistas em ver mais detalhes da estratégia deste carro do futuro esperançosamente em possibilitar nosso envolvimento na categoria”, concluiu o malaio.

Mike Conway deve retornar a Fórmula Indy ainda este ano.

Piloto se recupera de grave acidente ocorrido nas 500 milhas de Indianápolis.

O piloto da equipe Dreyer & Reinbold, Mike Conway pode retornar ao carro Nº 24 mais cedo do que o esperado. De acordo com a equipe, existe a possibilidade de isto acontecer em seis semanas, no Grande Prêmio de Sonoma. Conway está na Inglaterra recuperando os ferimentos que sofreu na sua perna na volta final da Indy 500 deste ano.

Na tarde desta quinta-feira (8), a equipe de Conway divulgou que John Hilldebrand seria seu substituto exatamente na prova de Sonoma e também de Mid-Ohio.

“Se Mike Conway está adiantado o bastante na sua reabilitação, a qual ele vem cumprindo, ele pode estar de volta na corrida em Sonoma. Neste caso nós teremos um carro disponível para ele”, disse um dos sócios da equipe Dreyer & Reinbold, o ex-piloto e detentor da única vitória da escuderia na Fórmula Indy, Robbie Buhl.

Reprodução Twitter/Dreyer & Reinbold Racing
Mike Conway visitou a equipe na etapa do Texas em meados do mês de junho. Agora, o piloto segue em su país para a recuperação final.

Buhl disse também a respeito da técnica de Mike Conway, já que o piloto freia com o pé esquerdo. “Quando nós vamos a um lugar como Sonoma, com a elevação da pista e as grandes áreas de frenagem, isto será um grande desafio, não apenas para Mike andar com aquela perna, mas ao aplicar a quantidade de pressão necessária no pedal de freio. A carga necessária para pressionar o pedal de freio e parar um carro destes é enorme”, afirmou o ex-piloto.

Dennis Reinbold, outro sócio da equipe, disse que se Conway estiver claramente apto a pilotar, segundo o diagnóstico que será feito pelos médicos da Fórmula Indy, um terceiro carro poderá ser preparado para a etapa de Sonoma. “Ele tem tirado a sua tala de imobilização por algumas vezes. Agora ele irá tirar suas talas de imobilização na semana que vem, então, esse é o próximo grande passo. Ele está praticando um pouco de natação e também colocando algum peso em seu pé. Ele pareceu bem otimista quando conversei com ele. Ele disse sobre o seu progresso e que não sente mais tanta dor no pé. Ele pareceu muito otimista”, afirmou o dirigente.

Conway que estreou na Fórmula Indy na temporada passada conseguiu seu melhor resultado na categoria justamente na pista de Sonoma em 2009, com o terceiro lugar.

Equipe Dreyer & Reinbold anuncia John Hilldebrand para duas corridas.

Rodízio na equipe de Dennis Reinbold e Robbie Buhl continua.

O campeão de 2009 da Indy Lights, John R. Hilldebrand Jr., vai competir no carro Nº 24 do time Dreyer & Reinbold Racing nos circuitos mistos de Mid-Ohio e Sonoma. Na noite de ontem, a equipe anunciou o sul-africano Tomas Scheckter para disputar a corrida de Toronto, próxima etapa do campeonato 2010 da categoria.

O piloto agradece a oportunidade e vê estas corridas como sua porta de entrada para a Fórmula Indy. “Estou observando isso como uma experiência de aprendizado para ser usada em tudo, mas eu também estou vendo como uma oportunidade para mostrar que eu sou capaz de andar na frente. Essa equipe tem mostrado um rumo sólido durante toda a temporada e tendo Justin Wilson como companheiro de equipe, nós teremos um grande feedback e alguém para trabalhar. Eu espero estar apto a usar este momento para trabalhar visando uma temporada completa em algum time na temporada que vem”, finalizou o atual campeão da Indy Lights.

Hilldebrand testará em Mid-Ohio no dia 29 de Julho, junto com a Andretti Autosport que levará Tony Kanaan e Marco Andretti, a Panther com Dan Wheldon e a KV que testará com os seus três pilotos.

No ano passado, o piloto venceu a corrida de Sonoma e chegou em terceiro lugar em Mid-Ohio na Indy Lights, local das duas etapas que ele vai disputar as corridas na Fórmula Indy.

Em dezembro do ano passado, o piloto norte-americano fez um teste com a equipe Force India pela Fórmula 1 no circuito de Jerez.

Andretti Autosport confirma Ryan Hunter Reay para o resto da temporada.

Piloto tinha contrato para apenas oito provas em 2010.

Ryan Hunter-Reay continuará a pilotar o carro Nº 37 da Andretti Autosport no restante da temporada 2010 da Fórmula Indy após patrocinadores da equipe financiarem o programa para o resto do ano. Ryan que tem o patrocínio da grife IZOD, a mesma que patrocina a categoria, tinha contrato com a equipe para correr as primeiras etapas do campeonato apenas.

O piloto norte-americano que venceu a prova de Long Beach deste ano e foi um dos candidatos à vitória na São Paulo Indy 300, irá carregar as cores do Ethanol USA em seu carro na corrida de Chicago, 14ª etapa da temporada e que será realizada em Agosto.

A equipe Andretti Autosport também promoverá uma iniciativa de caridade conectada ao carro de Ryan. A iniciativa terá o nome de “Racing for Câncer”, programa desenvolvido por Tom Vossman, chefe executivo do patrocinador da Andretti “Inland Industrial Services Group”. O objetivo será conseguir dinheiro para tratamentos contra o câncer e outras causas de caridade em honra de Lydia, mãe de Ryan Hunter-Reay que perdeu sua batalha contra o câncer de cólon em Novembro de 2009.

Ryan está muito feliz e mostra a agradece aos esforços do dono da equipe, Michael Andretti. “Eu nunca vi nada como isto. Tantas pessoas agindo juntas, fazendo as coisas acontecerem. Michael (Andretti) este correndo atrás para fazer as coisas acontecerem para me manter no carro. Eu nunca vou esquecer isto. Eles trabalharam horas para fazer isso acontecer. Eu estava realmente próximo da minha mãe. Por causa de tudo isso, estamos juntos pelas razões certas. Todos os patrocinadores nesta incrível equipe têm contribuído para fazer as coisas acontecerem. Agora estamos aptos para irmos correr o resto da temporada com a mesma equipe e as mesmas pessoas, é um bom tempo”, disse o piloto da equipe Andretti.

Um número de patrocinadores da Andretti Autosport se comprometeu a doar 37 mil dólares para o programa “Racing for Câncer”.

O brasileiro Tony Kanaan, que perdeu o seu pai para o câncer quando tinha 13 anos, foi o primeiro a contribuir com a iniciativa: “Foi uma ótima idéia quando ouvi sobre o programa. Pude falar ao Ryan quando entramos juntos no programa, eu estava apaixonado pela idéia. Disse a ele, sou o seu patrocinador agora, é melhor me respeitar”.
 
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