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Fórmula What?

Revista Racing Nº 18, Janeiro de 1998. Página 17.

Fórmula Indy? Indy-CART? Fórmula Mundial? Atenção telespectadores, a CART, organizadora do evento, mudou o nome do evento pela segunda vez. Na próxima temporada, a Indy estará sendo chamada de Campeonato FedEx, por causa do seu novo patrocinador, a Federal Express. Os Indy-Cars passam a se chamar Champioship Cars (carros de competição). Desta vez, a mudança não ocorreu por causa de briga judicial, como em 1996, quando a CART e IMS (Indianápolis Motor Speedway) disputaram a marca "Indy" na justiça. A IMS ganhou, e a CART teve que mudar o nomeda categoria. Passou a chamá-la apenas CART em 1997. O SBT, não querendo entrar na briga, chamou q categoria nas transmissões de Fórmula Mundial. Imagine se ano que vem a FedEx retirar o Patrocínio?

Blog da Indy - 08/07/2009

A Fedex tinha um contrato de quatro anos com a categoria, fato que a Revista Racing não informou, ou não quis informar para "satirizar" a categoria. Em sete de novembro de 2001, quando o contrato estava sendo expirando, a Fedex resolveu renovar por mais quatro anos.

Embora o SBT não chamasse de Championship Series, nas 59 corridas que o SBT transmitiu entre 1998 e 2000 (que tinha como nome oficial da categoria de FedEx Championship Series) a abertura oficial da emissora paulista, aparecia o logotipo da FedEx/CART.

Veja o vídeo abaixo:




"A CART é uma entidade que é de extrema eficácia para oferece a FedEx um retorno publicitário na mídia, vimos nos últimos quatro anos esta evolução de nossa exposição". Através da Championship Series (Fórmula CART/Mundial) nossa marca aparece em mais de duzentos países", disse o vice presidente de marketing da FedEX Brian Philips (em novembro de 2001).

Mas no final da temporada de 2002, a FedEx decicidiu se retirar da T"itle Sponsor", patrocinador que dá nome ao evento, já que a categoria perdeu equipes, pilotos, mootores e patrocinadores para a Indy Racing League.

A FedEx continuou no automobilismo norte-americano patrocinando equipes na Nascar. Nos monopostos, apareceu mais uma vez apenas, e novamente na ChampCar (ex-CART) estampando sua marca no carro do brasileiro Cristiano da Matta, coincidentemente o último campeão da FedEx Championship Series, em 2002.

COLUNA Hélio Castroneves na RACING



A primeira coluna de Hélio Castroneves para a revista Racing, edição 51, setembro de 2000

"Inicialmente, gostaria de falar da minha alegria em passar a escrever aqui na revista Racing a partir dessa edição. Vai ser uma oportunidade de, mensalmente, contar tudo que acontece comigo e com a minha equipe na Fórmula Cart. Tem sido um ano muito bom para mim. Estreei na Penske, uma equipe fantástica, consegui as minhas duas primeiras vitórias na categoria e estou muito feliz com tudo que está acontecendo. Mas, como nem tudo sai como a gente imagina, gostaria de estrear minha coluna falando de um bom resultado, só que em Vancouver acabei abandonando. Coisas de corrida!
Todo mundo adora Vancouver. É uma cidade supermovimentada e a galera comparece mesmo para assistir os carros no centro da cidade. Em compensação, a pista é muito ondulada, dificil para acertar o carro e desgastante fisicamente. Nos primeiros treinos da sexta-feira, começamos com a pista úmida e aos poucos foi secando. Em uma situação dessas, a cada volta os tempos vão melhorando e fiquei com a quinta colocação.
No primeiro Qualifying, como o tempo estava nublado e um pouco frio, era muito difícil alcançar a temperatura dos pneus. Isso causava acidentes e logo no final fiquei com a quarta posição no grid provisório.
No segundo treino livre, no sábado, o tempo estava melhor, com um sol bem tímido e o frio ainda estava por ali. Nós mexemos bastante no carro para saber o que poderia melhorar. Os tempos melhoraram por causa da pista, mesmo assim, fui quarto.
A segunda classificação era a última chance de baixar o tempo e subir na classificação. Meu carro não teve uma melhora tão boa quanto eu esperava. Baixei o tempo que tinha anteriormente, mas só foi o suficiente para ficar mesmo em quarto lugar. Apesar disso, estava animado para domingo.
No warm up, procuramos testar mais o carro para a corrida do que para melhorar o tempo. O carro estava bom em algumas curvas e estava até mais rápido que na própria classificação. Resultado: 3° na geral.
Para a corrida - êta momento esperado!!! -, como ela seria curta, havia a possibilidade de arriscar estratégias diferentes, até mesmo uma parada seria possível. Logo na largada não tive como me alinhar lado a lado, era muito estreito e o Gil não me deu muito espaço. Quando largamos, mantive a 4° posição. Várias badeiras amarelas estavam acontecendo no começo da prova, impossibilitando que os pneus chegassem a ter uma boa temperatura. Por isso, tive um pouquinho de trabalho defedendo minha posição. Quando tive que parar para fazer o primeiro pit stop, perdi duas posições, mas quando comecei a entrar no ritmo, na freada do final da reta, que é o ponto mais rápido da pista chegando a 190 mp/h (ou 304 km/h), algo quebrou na suspensão dianteira do carro, fazendo com que me chocasse com os pneus.



Graças a Deus nada aconteceu comigo!!!! Pois é, ainda não se sabe exatamente porque a suspensão quebrou, estão investigando. Enquanto isso, vamos para Laguna Seca, como todos já sabem. É um circuito muito divertido. Vamos lá para mais uma prova cheia de emoções.
Um forte abraço a todos os leitores da RACING e até a próxima coluna.

segunda vitória de helio - Mid-Ohio




revista racing n° 75, 22 de agosto de 2001 páginas: 36 a 40 e o poster



Essa matéria fala do domínio da penske em Mid-ohio e que fizeram a segunda dobradinha desse circuito.
Também falaram que a equipe estava se desenvolvendo e que se aproximava de kenny brack como lider do campeonato daquela época.
Nas que papis continuava fazendo besteiras e tirando o seu companheiro de equipe da disputa.



Com essa vitoria, helio ficava a 1 ponto de kenny brack.



Classificação dos 12 primeiros
Helio CastroNeves
Gil de Ferran
Patrick Carpentier
Paul Tracy
Tony Kanaan
Roberto Moreno
Alex Tagliani
Christian Fittipaldi
Oriol Servia
Cristiano da Matta
Memo Gidley
Scott Dixon

PÉ EMBAIXO NOS NEGOCIOS


Revista racing n°32 Março 1999 páginas 36 e 37

PÉ EMBAIXO NOS NEGOCIOS


André Ribeiro deixa as pistas para ser sócio de Penske

" A onda de boatos se espalhava cada vez com maior intensidade, mas poucos poderiam apostar no desfecho radical que André Ribeiro acabaria dando à sua bela carreira de piloto profissional. No spring training, de Homestead, em miami, ele finalmente anunciou, de forma oficial, a sua decisão. André abandona as pistas para formar ao lado do poderoso Roger Penske uma sociedadde que irá atuar no Brasil como um braço da penske Automotive Group, responsavel pela comercialização de 35 000 automoveis/ano das mais variadas marcas nos EUA.

" Me diverti com as histórias a respeito do que estava acontecendo. Formam um velo mix de desinformação..."

É uma materia de duas páginas contando como, e porque andré ribeiro terminou sua carreira para se tornar sócio de Roger Penske.

Uma das razões foi o péssimo campeonato de 1998.

CARREIRA DO ANDRÉ RIBEIRO
1985 - INICIO NO KART
1986 - VICE CAMPEAO PAULISTA DE KART
1987 - VICE-CAMPEÃO PAULISTA E BRASILEIRO DE KART
1988 - VICE-CAMPEAO PAULISTA DE KART
1989 - TERCEIRO LUGAR NO BRASILEIRO DE FORMULA FORD
1990 - EUROPEU DE FORMULA OPEL
1991 E 1992 - FORMUA 3 INGLESA PELA PAUL STEWART
1993 - FORMULA 3 INGLESA PELA FORTEC MOTORSPORT
1994 - VICE-CAMEPAO DA INDY LIGHTS
1995 - FÓRMULA INDY PELA TASMAN E 1° NEW HAMPSHIRE
1996 - FÓRMULA INDY PELA TASMAN E 1° NO BRASIL E EM MICHIGAN
1997 - FÓRMULA CART PELA TASMAN
1998 - FÓRMULA CART PELA PENSKE

FITTIPALDI, ONTEM E HOJE.

Revista Racing Edição: 33 Abril 1999 Página 7 Matéria: Album de Família


FITTIPALDI, ONTEM E HOJE.

"Se hoje, aos 28 anos, Christian Fittipaldi derrete o coração da mulherada, anos atrás, quando nem pensava em seguir carreira no automobilismo, fazia a alegria dos tio Emerson pelos paddocks. Por certo, naquele colo, o filho de Wilson Fittipaldi Júnior provalvemente nem sabia que o tio, o dono do clo, ja tinha dois títulos mundiais de Fórmula 1. O tempo foi passando e, agora, o representante dos Fittipaldi nas pistas tem a responsabilidade de conseguir bons resultados com o swift Ford da equipe Newman Haas, principalmente agora que utilizará os pneus Firestone.

Uma pena que o nosso brasileiro sempre passou dificuldades na newman Haas, por ter companheiros de equipe duros de roer, como Michael Andretti e Cristiano da Matta.

Hoje Christian Fittipaldi compete com um Acura na Gram Am, uma categoria americana de prototipos.

Sumido hein?

Coluna de Luiz Carlos Azenha na Revista Speedway nº 12. Julho de 1998, página 74.

"Eu não sei exatamente quem disse isso, mas concordo: jornalista deve ser, sempre, de oposição. A auto-imagem dos jornalistas mudou muito nos últimos tempos. De cachorro sarnento que entrava pela porta dos fundos nas festas para convivência de igual para igual com as celebridades passaram-se, quando muito, dez anos. Só uma coisa não mudou um centímetro: a tentativa de usar o jornalista como veiculo para “ vender um peixe” . Da nossa credibilidade às vezes depende muita coisa, um contrato, por exemplo. Daí que, ao contrario do que vocês imaginam, nós não somos os únicos a fazer perseguição nos autódromos, correndo atrás de entrevistas.

Também somos perseguidos. Pelos assessores de imprensa. Aqui uma nota pessoal: nunca tive problema com qualquer um deles, principalmente os que trabalham com os pilotos brasileiros. Nossa convivência é baseada num entendimento mutuo: eles oferecem, eu decido se vale ou não para minhas reportagens. Parece simples, mas nem sempre é. Sei que todos os pilotos brasileiros – sete, pela ultima contagem – tem muitos fãs no Brasil. Gente que quer saber o que se passou com seu piloto preferido a cada treino. Infelizmente nem sempre isso é possível. Um minuto e meio é tempo de ouro na TV.

É o que tenho, por exemplo, para resumir um treino de classificação, mencionando a pole, os recordes, os incidentes, enfim, as novidades do dia, e quase sempre restam menos de 30 segundos para as entrevistas. O que fazer? Meu critério é simples. Falam os melhores colocados do grid. Muito embora essa “regra” nunca tenha sido explicada, os assessores já entenderam que não é nada pessoal quando direto por eles nos boxes. Para o piloto, uma entrevista é importante, porque é chance de mostrar o boné, o macacão e, com isso, a marca dos patrocinadores. No ano passado, um dos pilotos me encostou na parede, cobrando por que há muito tempo eu não o procurava para entrevistas: “ Sumido hein?”, ele tascou. Não tive saída: “Você também”, respondi."

Novidade no Blog da Indy!

Olá galerinha do Blog da Indy, a partir de amanhã teremos uma nova seção em nosso espaço. Tratará de uma volta ao passado, iremos trazer a vocês leitores, colunas de jornalistas em revistas e jornais, ou seja, da mídia impressa. Com isso poderemos fazer análises dos pensamentos deles, pois poderemos fazer comparações com o que eles pensavam antes, e o que eles pensam hoje.
O primeiro texto caberá ao repórter Luiz Carlos Azenha que de 1993 à 1998 foi o repórter oficial da Fórmula Indy no Brasil, estando em praticamente todas as corridas.

É isso aí, se você tem aquele texto que acha legal da Indy, mande para nós que poderemos publicá-lo.

Grande abraço.
 
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