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Equipe Chip Ganassi conquista seu sétimo título da Indy.

Esta foi a 74ª vitória da equipe de Indiana.

Neste final de semana a equipe Chip Ganassi conquistou seu sétimo título na Fórmula Indy, agora são três pela IndyCar Series e outros quatro pela CART. a equipe que foi fundada em 1990 e demorou quatro temporadas para finalmente vencer em 1994 com Michael Andretti na Austrália.

Em 1996 veio o primeiro título com o norte-americano Jimmy Vasser. Nos três anos seguintes mais três títulos, dois com o italiano Alex Zanardi seguido e outro com o colombiano Juan Pablo Montoya. O piloto da América do sul foi o primeiro a conquista as 500 milhas de Indianápolis para Ganassi no ano 2000.

O quinto título da escuderia conhecida por ter “alvos” estampados em sua carenagem em função de seu principal patrocinador, veio no ano de 2003 com o neozelandês Scott Dixon. Dixon venceria também o sexto título após a equipe ficar cinco anos sem tal triunfo, e voltaria a vencer também em 2008, as 500 milhas de Indianápolis.

Confira os pilotos que venceram pela Ganassi.

Scott Dixon – 21
Alex Zanardi - 15
Juan Montoya – 11
Jimmy Vasser – 9
Dan Wheldon - 6
Dario Franchitti – 5
Bruno Junqueira – 3
Michael Andretti - 2
Kenny Brack – 1
Jeff Ward - 1

Penske busca 15ª vitória em Indianápolis.

Equipe é a maior vencedora de Indianápolis.

As 500 milhas de Indianápolis são disputadas desde 1911, mas somente nas ultimas quatro décadas uma equipe vem dominando a corrida que é considerada como uma das mais importante provas automobilísticas do mundo.

A equipe de Roger Penske que estreou na Fórmula Indy em 1968 (sancionada pela USAC), e venceu sua primeira corrida nas 500 milhas de Indianápolis em 1972 com o piloto Mark Donohue.

A segunda vitória da equipe Penske nas 500 milhas de Indianápolis foi na primeira vez que a CART organizou e promoveu a corrida e Rick Mears venceu. Nas décadas de oitenta e noventa foram mais oito vitórias sob licença da CART em Indianápolis.

Nesta década, a equipe Penske é a mais vitoriosa da história também, já que Hélio Castroneves venceu em 2001 e 2002 sob comando da Indy Racing League.
A última vitória da Penske em Indianápolis foi em 2006 com o norte-americano Sam Hornish Junior que hoje está na Nascar.

Das cinco vitórias brasileiras em Indianápolis, quatro delas foram pela equipe Penske e a única vitória que não foi pela equipe de Roger em 1989, Emerson Fittipaldi utilizava chassis Penske em seu carro da equipe Patrick.

Neste ano a equipe Penske tem chances de aumentar ainda mais estes números já que correrá com três pilotos em Indianápolis, fato este que não acontecia desde 1994 e dois destes pilotos estarão largando na primeira fila que são Hélio Castroneves e Ryan Briscoe respectivamente, enquanto Will Power largará na nona posição.

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Confira abaixo os vencedores de Indianápolis pela Penske.

1972 Mark Donohue
1979 Rick Mears
1981 Bobby Unser
1984 Rick Mears
1985 Danny Sullivan
1987 Al Unser
1988 Rick Mears
1991 Rick Mears
1993 Emerson Fittipaldi
1994 Al Unser Junior
2001 Hélio Castroneves
2002 Hélio Castroneves
2003 Gil de Ferran
2006 Sam Hornish Junior

NHL: Uma grata intrusa!

NHL: 1a. pole em Oval após unificação. 2a. em 2009!

Graham Rahal conquistou sua segunda pole em 2009, em três disputadas. Com isso, a Newman Haas tem um aproveitamento de quase 67 %. Vale destacar que é a primeira pole em circuito oval da escuderia, após a unificação da Champ Car com a IRL. Em 2007, foram duas vitórias, mas sem poles. Todas ficaram com Ganassi, Andretti-Green ou Penske.

Com as punições de Dario Franchitti e Helio Castroneves, a NHL faturou a dobradinha no grid de largada para a etapa do Kansas. Robert Doornbos, que tinha ficado com o quarto tempo, foi beneficiado e largará ao lado de seu companheiro de equipe.

A grande dúvida é se a NHL terá força para brigar pela vitória. Se conseguir, será uma grata surpresa. O que você acha?

Não se esqueça que toda a repercução do GP do Kansas, você vai acompanhar aqui, no Blog da Indy!

Conheça o F637

O carro produzido pela Ferrari para correr em Indianápolis


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A mais tradicional equipe da Fórmula um esteve próxima de correr na América? Eu penso e acredito que não. Na minha opinião nada passou de mais uma ameaça que a Federação Internacional de Automobilismo sofreu, não foi a primeira, e nem a última. Vamos então viajar na máquina do tempo e voltar duas décadas.
No final da temporada 1985, a equipe de Maranello foi vice campeã de construtores e de pilotos com Michele Allboreto e a pressão por fazer seis anos sem títulos na Formula 1 começava bater na porta.
As constantes mudanças de regulamentos na F1 não é uma exclusividade de nossos dias atuais, já vem de longa data a tentativa de melhorar o espetáculo. Jean-Marie Balestre (falecido em 27 de março de 2008) presidia e comandava a FISA, Federação Internacional de Esportes Automobilísticos, que era um braço da FIA. O dirigente francês queria adotar motores V8 de 3,5 litros para todas as equipes da F1. Por outro lado, Enzo Ferrari (falecido em 14 de agosto de 1988), o fundador da marca italiana, gostaria de prosseguir com os antigos e tradicionais propulsores V12. em 1986 a Ferrari e as grandes equipes da F1 utilizaram um motor turbo V6.
De frente com a imposição de Balestre, a equipe italiana criaria sim um motor turbinado V8, mas não para o certame que a equipe disputava todos os anos, e sim para a Fórmula Indy.

O F637 embora inspirado nos March 85-C tinha linhas diferentes.

O clima era cada vez mais tenso nos bastidores, e Gustav Brunner projetista da equipe Ferrari na época inicia a construção do projeto Ferrari 637 que disputaria o campeonato da Indy e as 500 milhas de Indianápolis de 1987. O piloto ferrarista para a Indy 500 seria o italiano Andrea De Cesaris.
No inicio da temporada 1986, Jim Trueman, então dono da equipe Truesports da Fórmula Indy e que seria campeã de 1986 daquele campeonato, foi até a Itália para ajudar nos preparativos do F637, já que a equipe de Jim era parceira da Goodyear, assim como a Ferrari era parceira da fabricante de pneus também. Trueman levou um chassi March para Maranello onde Bobby Rahal e Michelle Allboreto deram algumas voltas no circuito italiano. A equipe italiana ficou com o chassi March 85-C e o motor Ford turbinado para fazer seus estudos e desenvolver o carro para o campeonato na América.

No museu existe toda a explicação da parte técnica do carro.

Em Fiorano realizaram testes com o carro Ferrari da Indy. No túnel de vento Michelle Allboreto dizia que estavam no caminho certo. A CART e a Ferrari pretendiam estrear o F637 na última etapa de 1986 em Laguna Seca no mês de outubro. Seteve Horne na época team manager da equipe Truesports acreditava no projeto e dizia que não era apenas uma golpe da Ferraria para atear fogo em sua rivalidade com a FISA devido a quantidade de investimentos que foram feitas para construir este carro.
A Scuderia Ferrari apresentava seu carro para disputar a Fórmula Indy na temporada seguinte e todos da imprensa ficaram imaginando a equipe cruzar o atlântico e disputar o campeonato da CART, mas isso jamais aconteceu. Em meados do ano de 1986, Jim Trueman viria a falecer.

A parte traseira da F63 em detalhes.

Em 1987, no Salão do Automóvel de Gênova, na Itália, o público podia ver o novo carro da Fórmula Indy. O F637 tinha um motor V8 turbinado de 32 válvulas (4 por cilíndro).
Durante o ano vários encontros entre Bernie Ecclestone, Enzo Ferrari e Jean Balestre ocorreram e no final das contas a Ferrari correu na F1 com os V6 em 1988 e no ano seguinte voltaria com os V12. O resultado final de tudo isso, é que a Ferrari conseguiu o que queria não fabricando motores V8 turbo na Fórmula um, e manter os V12 aspirados.
De toda esta discussão ainda saiu um sucessor: o motor Alfa Romeo que equipou por algumas vezes carros na Fórmula Indy, que nada mais eram, que os motores turbos do F637 utilizados três anos depois com outro nome.


No museu italiano próximo ao cockpit do carro leva uma bandeira da itália e uma dos EUA pintadas no bólido.

E você acredita e imaginaria a Ferrari disputando a Indy no final da década de 80? Deixe seu comentário sobre este fato histórico que seria para a CART.

Sete anos depois do ano em que deveria ir para Indianapolis, a F637 foi ao maior autodromo do mundo, porém apenas para mostrá-la ao público, e depois foi para o museu de Indianapolis.

Walker Racing

A lendária equipe de Mr. Derrick

A equipe Walker Racing, teve apenas seis vitórias e quinze poles na história da Indy, porém esses números não condizem com a representatividade da equipe para à categoria. Foram dezoito temporadas em que os carros de Derrick Walker estiveram nas pistas para disputar campeonatos. Derrick adquiriu respeito de todos ligados ao automobilismo norte-americano com sua história que pode construir ao longo destes anos como dono de equipe, e outros quinze, como chefe de mecânicos e manager de outras equipes.



A história da equipe Walker começa no início dos anos 90, mais precisamente em 1991, quando Derrick Walker resolveu se aventurar como dono de equipe na Indy. O piloto escolhido para pilotar no primeiro carro de Walker, era o norte-americano Willy T. Ribbs, primeiro negro a pilotar na Indy. O pacote técnico da equipe em seu primeiro ano, era um Lola - Cosworth - Goodyear, terminado a temporada na décima sétima colocação do mundial de pilotos, tendo como melhor resultado um sexto lugar em Denver.
No ano seguinte, a equipe veio mais forte, equipada com motores Chevy, trocou Willy T. Ribbs por Scott GoodYear, que conseguiu sua primeira vitória na categoria, nas 500 milhas de Michigan. Já nas 500 milhas de Indianápolis, Goodyear perdeu a corrida para Al Unser Jr., por 0.043 segundos, há poucos metros do fim. Na ultima etapa do ano de 1992, em Laguna Seca, Derrick Walker se arriscou mais ainda, e colocou um segundo carro, chamando novamente Willy
T. Ribbs. No campeonato de pilotos terminou em quinto lugar com Scott GoodYear.

A fantástica chegada em 1992 na Indy 500.

No ano de 1993, Scott GoodYear, Hiro Matsushita e Willy T. Ribbs eram os pilotos, a equipe crescia, GoodYear conquistou uma pole em Phoenix, mas o melhor resultado da equipe, foi um segundo lugar com o canadense em Nazareth.
Em 1994, a equipe consegue o apoio da Valvoline, uma das maiores redes de óleo lubrificantes do mundo. Walker contratou o norte-americano Robby Gordon, e Mark Smith, além de já contar com Willy T. Ribbs. Gordon conquistara duas poles: Toronto e Vancouver, mas o melhor resultado que conseguiu naquele ano, foi a segunda colocação em Vancouver, terminando o ano em quinto lugar. Mark Smith conquistou uma quinta posição em Michigan e terminou o ano na décima sétima colocação no campeonato. Ribbs ficou em vigésimo segundo. A equipe Walker entra para a próxima temporada como uma das mais fortes candidatas ao título.
O ano de 1995 marcou a entrada do primeiro piloto brasileiro na equipe Walker, era Christian Fittipaldi, sobrinho de Émerson, campeão em 1989 da categoria. Robby Gordon conquistou mais duas poles, em Nazareth e Detroit, mas diferente do ano passado, agora em 1995, conquista também duas vitórias, em Phoenix e Detroit. Mais uma vez termina o ano em quinto lugar no geral. Christian consegue terminar as 500 milhas de Indianápolis na segunda posição e o campeonato na décima quinta, fechando o melhor ano da Walker até então.
No próximo ano, a equipe perdeu patrocinadores, e correu a temporada com um carro fixo para Robby Gordon, e outro carro, que participou de algumas provas, ora com um piloto, ora com outro. O sueco Fredrik Ekblom correu apenas a etapa de Michigan, o canadense Scott GoodYear correu mais quatro etapas, além do norte-americano Mike Groff, correr apenas uma etapa, em Nazareth. O ano de 1996 foi desastroso para a equipe, já que Robby Gordon conseguiu apenas um terceiro lugar em Homestead, na abertura do campeonato, e mais nada, terminado na vigésima posição geral de classificação.

Robby Gordon é piloto que mais venceu na Walker: Três.

Em 1997, Derrick Walker decidiu competir com apenas um carro durante a temporada toda, para ser mais competitivo, e o escolhido para guiar o carro nº 5 da escuderia, era o brasileiro Gil de Ferran, vindo da equipe Hall. Derrick decidiu trocar o motor Ford pelo novato campeão Honda. E as mudanças deram resultados, Gil não conseguiu nenhuma vitória, porém conquistou duas poles, em Long Beach e Detroit, conseguiu ainda sete pódios, e terminou como vice-campeão, ficando atrás apenas de Alex Zanardi, e realizando sua melhor temporada na categoria e da equipe também.

Gil de Ferran foi vice campeão da CART em 1997.

Nos dois próximos anos, a equipe perdeu rendimento, continuou com Gil de Ferran, e em 1998, conseguiu apenas dois pódios, em Motegi e Detroit, terminando a temporada em décimo segundo no geral. No seu último ano de Walker, Gil de Ferran ganhou um companheiro, o japonês Naoki Hattori que trazia consigo o dinheiro da Alpine. O piloto brasileiro venceu a etapa de Portland, e fez a pole em Motegi e Toronto, chegando a lutar pelo título na primeira metade do campeonato, mas teve uma grande queda de rendimento após o meio do campeonato. Gil terminou o ano em oitavo lugar no campeonato. Hattori sofreu um acidente, e foi substituído em algumas etapas por Memo Gidley.
Em 2000, a equipe de Derrick perdeu o patrocínio da Valvoline e da Cummins, fazendo com que o dono da equipe, tivesse de aceitar pilotos vindos do oriente para ocupar o acento em seus cockpits. Nos anos em que Gil de Ferran foi piloto da equipe, ela utilizava os pneus Goodyear, que era um pneu deficitário e com queda de rendimento, já em 2000, pela primeira vez a equipe de Derrick pode contar com os competitivos Firestone, isso porque a Firestone foi fornecedora única para a categoria. Shinji Nakano foi o piloto a guiar o carro #5 na CART. O japonês conseguiu por duas vezes terminar na oitava posição nas corridas de Homestead e Houston, ficando na vigésima quarta posição geral, a pior da história da equipe de Derrick, mesmo a equipe tendo o pacote tetra campeão da categoria nos últimos quatro anos, o que mostra a queda de rendimento da equipe. Bryan Herta substituiu Nakano que se contundiu, em duas provas, conseguindo um quinto lugar em Long Beach.
Também em 2000, Derrick Walker inovou, e colocou um carro para disputar o campeonato da Indy Racing League (IRL), com a norte-americana Sarah Fisher. Com apenas 19 anos, a piloto conseguiu um terceiro lugar no Kentucky, e ficou como a terceira melhor estreante do ano. No ano seguinte, Sarah Fisher conquistou a segunda posição em Miami, sendo o melhor resultado de uma mulher em competições da Indy. Por dois anos, Derrick competiu na IRL, depois abandonou o projeto de correr em duas categorias ao mesmo tempo, e manteve seu foco apenas na CART a partir de 2003.

Sarah Fisher foi piloto de Walker na IRL em 2000 e 2001.

Em 2001 e 2002 a Walker pode contar com os trabalhos do japonês Tora Takagi que trouxe o motor Toyota e a Pionner para erguer financeiramente a equipe, mas mesmo assim, o máximo que Takagi conseguiu, foi a quarta colocação em Houston, no ano de 2001, e repetiu o feito em Chicago no ano seguinte.
No ano de 2003, a equipe Walker voltou a contar com dois carros. Com apoio da cervejaria mexicana Corona, veio do mesmo país o piloto Rodolfo Lavín, e da Inglaterra com apoio da RAC o inglês Darren Manning. Rodolfo Lavin, conseguiu por duas vezes chegar na oitava colocação, já o inglês, honrou as velhas glórias da equipe, conseguindo chegar em segundo lugar no GP de Surfer's Paradise, na Austrália, e ficando em nono lugar no campeonato. Ambos os pilotos da equipe, corriam com chassis Reynard, que não tinha inovações técnicas a mais de dois anos. Em 2003, o mexicano Luiz Dias, conseguiu patrocínio para realizar a última etapa do ano em seu país, no Grande Prêmio Cidade do México.

Derrick apresenta seus pilotos para 2003: Lavín e Manning.

Em 2004, mais um brasileiro correu pela Walker Racing, mesmo com a volta Cummins, a equipe não conseguiu comprar os chassis Lola, e Mario Haberfeld foi o único piloto a correr toda a temporada da Champ Car com os velhos e ultrapassados chassis Reynard. Mario conseguiu um heróico quarto posto em Toronto e ficou na décima terceira posição no campeonato. Também correram o australiano David Besnard, em Surfer's Paradise, e o canadense Micheal Valiante no GP da Cidade do México.
Em 2005 tudo novo. Walker faz uma parceria com os australianos Craig Core e John Fish, a Walker é renomeada para Walker Team Australian e ganha cores verde amarela em função de seus novos patrocinadores, sendo o principal deles a fabricante de vinhos Aussie Vineyards. Também troca os antigos chassis Reynard pelo Lola. Derrick Walker é obrigado a contratar o inexperiente e desconhecido Marcus Marshall que veio da Austrália junto com seus patrocinadores, mas Walker contrata o experiente Alexandre Tagliani. Nas pistas os resultados são melhores que os dos últimos cinco anos, porém não o esperado. Alex Tagliani conquista dois pódios na terceira colocação em Monterrey e Toronto, terminando a temporada na sétima colocação. Já Marcus Marshall não consegue nada melhor que uma oitava posição em Edmonton, e na última corrida do ano perde seu posto de titular pelo jovem Will Power. Power correu também na corrida anterior em seu país, junto dos outros dois pilotos do ano todo. Em México City como prêmio da conquista da Toyota Atlantic, o holandês Charles Zwolsman corre no terceiro carro da equipe.

Em 2005 a maior mudança: Parceria com os australianos.

A parceria entre os patrocinadores australianos e a Walker continua em 2006, Will Power é efetivado como piloto titular para a temporada juntamente com o canadense Alex Tagliani. Após sete anos sem marcar uma pole position, o piloto australiano conquistou o feito em seu país na frente de todos os seus patrocinadores, e conseguiu um pódio na última etapa do campeonato no México. Power foi o novato do ano e ficou em sexto no geral, a frente inclusive de seu companheiro de equipe. Alex Tagliani terminou o ano na oitava posição subindo por duas ocasiões no pódio: Long Beach e Austrália. Foi a melhor campanha da Walker desde os tempos de Gil de Ferran. Ainda em 2006, a equipe Walker foi campeão da Toyota Atlantic com Simon Pagenaud.
Em 2007 os chassis de todas as equipes mudaram para o Panoz, e a Walker é uma das equipes mais rápidas no spring trainning em Sebring e apontada como uma das principais equipes para a conquista do título. O campeão da Fórmula Atlantic de 2006, o francês Simon Pagenaud leva o prêmio de U$2.000.000,00 para Derrick, o que ajuda no combustível financeiro da equipe. Will Power é mantido pela Aussie Vineyards. O ano começa com a pole position e a vitória de Power nas ruas de Las Vegas. Power disputaria o título da temporada com o Sebastien Bourdais até as últimas corridas. Power ainda venceu em Toronto e foi pole em Surfer’s Paradise terminando o campeonato em quarto lugar. Simon Pagenaud foi o oitavo chegando na quarta posição por três vezes, o que foi seus melhores resultados.

Will Power venceu duas provas com a Walker Racing.

No ano de 2008 com a reunificação da Champ Car e a Indy Racing League, Walker decidiu participar da corrida de encerramento da Champ Car em Long Beach com Alex Tagliani que largou da segunda posição para terminar em sétimo. Na prova de Edmonton, Walker alinhou um carro no grid para o canadense Paul Tracy que chegou em quarto lugar. No ano de 2008 a Walker correu na Champ Car Atlantic com os filhos de Nigel Mansell: Leo e Greg, além do canadense Kevin Lacroix.

Pilotos da Champ Car Atlantic de 2008.

Forsythe Championship Racing

Além do automobilismo, Gerald, é um dos grandes empresários norte americano, é presidente da Indeck Group of Companies, empresa líder mundial em locação de caldeiras, além de ser proprietário de usinas elétricas da mesma. É sócio em rede hoteleiras e de Spa, como o Mountain Grand Resort. Também é um dos donos da Cosworth, junto com Kevin Kalkhoven. Como se não bastasse tudo isso, ele ainda se dedica a sua equipe da Fórmula Mundial, uma das principais equipes da categoria, a Forsythe Championship racing.

A equipe Forsythe que vimoss nas pistas da Indy, não nasceu em meados dos anos 90 com apoio da Player's como muitos pensam, o surgimento da equipe de Gerald Forsythe, vem de tempos mais longínquos, mais precisamente em 1983.

No início de 1983, Gerald Forsythe tinha planos para inscrever-se na disputa das 500 milhas de Indianapolis, mas acabou participando de todo o campeonato. O piloto escolhido por Gerald, era o italiano Teo Fabi, que trazia consigo o patrocínio da marca Skoal Bandit. A equipe utilizava o número 33, e contava com os chassis March, motores Cosworth e pneus Goodyear.

A estréia veio na pista de Atlanta, onde Teo Fabi conseguiu largar na nona posição, e terminou na vigésima posição.

Nas 500 milhas de Indianapolis, Teo Fabi fez a pole position com a média de 207.395 mp/h, fez a volta mais rápida da corrida(na terceira volta da corrida), com 197.507 mp/h, liderou da primeira a vigésima sexta volta, quando teve um problema em seu tanque de combustível. Abandonou na quadragésima sétima volta, mas foi escolhido o novato do ano das 500 milhas.

O piloto de Gerald, conquistaria mais cinco poles no ano, e ainda venceria outras cinco corrida. A primeira vitória da equipe viria no dia 14 de agosto de 1983, nos 500 quilômetros de Pocono. Assim, a equipe Forsythe terminaria na segunda posição no campeonato de pilotos, fazendo uma excelente temporada em sua estréia na Fórmula Indy.

Se o ano de de estréia foi ótima, o segundo ano foi uma tragédia para a equipe. A equipe se quer chegou a disputar toda temporada. Teo Fabi corria na Fórmula 1, e fez as sete primeiras provas no campeonato da Fórmula Indy. O melhor resultado conquistado, foi um terceiro posto em Portland. Como a situação entre equipe e piloto não estava bem, devido a disputar os dois certames, Teo Fabi e Gerald entraram em um acordo para Corrado Fabi, irmão de Teo Fabi, correr o resto do ano, mas os maus resultados fizeram com que Corrado disputasse apenas quatro etapas, o melhor resultado foi um sexto lugar em Phoenix. Kevin Cogan ainda chegou a disputar duas etapas pela equipe.

Após os fracassos de 1984, Gerald Forsythe decidiu retirar sua equipe e seus investimentos da Fórmula Indy, se concentrando apenas em negócios fora do automobilismo.

Uma década depois, Gerald retorna ao automobilismo. Ainda em 1993, Gerald Forsythe, Barry Green e a Player's Ltda. do Canadá fazem uma parceria para lançar um piloto canadense na Fórmula Indy. Mas os planos ainda são pequenos, e eles decidem entrar na Toyota Atlantic, com o filho do lendário Gilles Villeneuve: Jacques Villeneuve. A equipe ainda contrataria o engenheiro Tony Cicale que viria a se consagrar no meio da Indy.

Após a má estréia em Phoenix, Jacques Villeneuve começa a mostrar porque tinha tantos créditos com as pessoas envolvidas na Player's Forsythe Green, chegando em segundo lugar em Long Beach, segunda etapa do campeonato e vencendo a terceira etapa, em Atlanta. Mais uma vez Gerald terminaria um campeonato em segundo lugar no seu ano de estréia, assim como em 1983, dez anos depois, seu piloto foi vice campeão da categoria de acesso a Fórmula Indy, e novamente seria o novato do ano e também com cinco vitórias.

Em 1994, Gerald e Barry decidiram mudar para a principal categoria de automobilismo da América: A Fórmula Indy. Nas 500 milhas de Indianapolis, Jacques Villeneuve conseguiu largar na segunda fila na quarta posição e chegar em segundo lugar na corrida, sendo o novato do ano nas 500 milhas. Em seu primeiro ano na categoria, a equipe conquistou apenas uma vitória, em Elkhart Lake, e novamente a equipe conquistou o título de novato do ano para seu piloto. A temporada toda foi dominada pela Penske, que tinha três carros no grid. Jacques Villeneuve a fim do campeonato ocupou a sexta posição na tabela de pontos.

No ano seguinte, ocorre a separação entre Barry Green e Gerald Forsythe. Barry fica com a Player's, (que queria uma equipe totalmente canadense) e com Villeneuve, que é campeão da temporada 1995. Gerald Forsythe, com uma equipe mais modesta, conta novamente com os trabalhos de seu ex-piloto Teo Fabi, que novamente correria o número 33 em seu carro. O ano não foi fácil, e o melhor resultado da equipe foi um terceiro posto em Long Beach e uma pole em Milwaukee. Gerald Forsythe, ainda tinha o apoio da Player's, mas não na Indy, e sim na Indy Lights, categoria de acesso a Indy. Seu piloto era o jovem Greg Moore, que se sagrou campeão com dez vitórias em doze corridas disputadas.

Em 1996, a cervejaria brasileira Brahma decidiu investir na Indy, e por se considerar a cerveja "Nº 1", escolheu a equipe Green para estampar sua marca, devido a ela ter direito a usar o Número 1 no carro neste ano, já que no ano anterior a Green foi campeã da Indy. Com isso o patrocinador obrigava que fosse um piloto brasileiro na equipe, e os planos da Player's de ter uma equipe canadense foi por água a baixo. Gerald aceitou a proposta de ter uma equipe totalmente canadense, e contou com Gregory William Moore para pilotar seu carro em 1996, com a poderosa Player's Ltda. por trás. Trocou de motor Ford, para o Mercedes. Em sua primeira temporada, Greg Moore conseguiu três pódium.

Com mais experiência de Greg Moore e mais investimento da Player's, a equipe pode oferecer um carro melhor para o piloto canadense em 1997. Greg conquistou duas vitórias no ano e terminou em sétimo lugar no geral, mas lutou pelo título durante o campeonato.

Em 1998, Gerald decide colocar mais um carro na pista, e com o seu patrocinador apoiando e querendo uma equipe ainda na totalidade canadense, ele contrata o novato do ano da CART de 1997, Patrick Carpentier. Ao lado de Carpentier, Greg Moore pela primeira vez tem um companheiro na qual possa trocar informações para as corridas. Em todas as corridas Greg Moore ficou a frente do companheiro, e chegou a assumir a liderança do campeonato, mas terminou apenas em quinto lugar. Carpentier fez uma péssima temporada e acabou em décimo nono.

No ano de 1999, a McDonald's resolveu entrar na CART, e Gerald Forsythe não perdeu tempo, comprou o resto da Tasman Motorsports, e criou uma segunda equipe própria na categoria, a Mcdonald's Tasman Forsythe Racing. A equipe tinha motores Honda, chassis Reynard e pneus Firestone e o piloto era Tony Kanaan. O piloto brasileiro conquistou uma pole e uma vitória no ano. A equipe "principal" de Gerald, a Forsythe, continuou com Greg Moore e Patrick Carpentier para guiar seus carros. Greg mais uma vez foi superior e venceu a etapa de abertura em Homestead, já Carpentier conquistou um segundo lugar em Vancouver. Infelizmente Gerald não contava com o trágico acidente de Greg moore na ultima etapa de 1999, em Fontana, onde o piloto canadense perdeu sua vida.

Em 2000, Gerald resolveu retornar aos motores Ford, e contratou o jovem Alex Tagliani para ser seu piloto, no lugar de Greg Moore. A nova dupla de pilotos da Forsythe durante o ano todo teve dificuldades, e logo na segunda etapa Carpentier já não pode correr devido a uma fratura na mão, Memo Gidley foi seu substituto em Long Beach e Jacarepaguá. na etapa brasileira o novato Tagliani fez a pole position da prova. Após seu retorno a categoria, Carpentier conquistou um terceiro lugar em Nazareth. Na etapa de Laguna Seca, o dono da equipe Forsythe contratou o experiente piloto Bryan Herta para a disputa desta prova, devido a boa retrospectiva do piloto norte americano nessa corrida nos últimos dois anos, onde obteve a vitória por duas oportunidades, aproveitou ainda o seu terceiro carro para fazer o anúncio da entrada do GP da Inglaterra de Fórmula Mundial no ano de 2001, no circuito oval de Rockingham, no qual ele é um dos sócios dos proprietários do circuito inglês.. Os planos iniciais de Gerald era mais uma vez ter dois carros na Forsythe, e um carro com o apoio da Mcdonald's novamente e apoio dos chassis Swift, mas ficou apenas no papel este projeto.

No ano de 2001, a equipe deu um grande salto de qualidade mais investimento da empresa tabagista e Alex Tagliani mais experiente conquistou três pódium, e depois de dois anos e meio sem vencer, a equipe venceu com Patrick Carpentier que conquistou sua primeira vitória, e ainda mais três pódium.

Com a saída da Penske para a IRL, a equipe mostrou que poderia disputar o título de 2002. Patrick Carpentier conseguiu duas vitórias no ano em Cleveland e Mid Ohio. Patrick ainda conquistaria mais três pódium e Alex mais dois, a equipe estava cada vez mais forte para o título que era questão de tempo.

Sempre contando com pilotos canadenses, a Forsythe seguiu essa risca em 2003. Mas faltava um piloto canadense passar pela equipe, o maior piloto canadense da Fórmula Mundial: Paul Tracy. Alex Tagliani foi dispensado por Gerald e contratado por Paul Gentizolli, amigo de Gerald que criou a equipe RocktSports, e com o apoio da Player's, Alex disputou a temporada pela nova escuderia. Patrick Carpentier continuou na equipe, agora ao lado de Tracy. Logo nas três primeiras corridas, Paul Tracy mostrou que este seria o ano da Player's Forsythe Racing, vencendo os GP's de St. Petersburg, Monterrey e Long Beach. Patrick Carpentier venceu a etapa de Laguna Seca. Tracy ainda venceria mais quatro provas e assim conquistaria o título para a equipe. Mas no melhor ano de sua vida, a equipe sofre a maior baixa de sua história: o fim da parceria com a Player's devido a lei anti-tabagista que entrou em vigor no Canadá em outubro de 2003.

Com o Nº 1 estampado em seu carro no ano de 2004, mas sem o apoio da poderosa Player's, Gerald recorreu a divulgar a sua própria empresa em seu carro: a Indeck. Trouxe ainda para seu time o mexicano Rodolfo Lavin, que vinha com a grande marca da cervejaria de seu país: a Corona, estampada em seu carro. Mesmo com um orçamento limitado, Gerald segurou Patrick Carpentier e pela primeira vez disputou a temporada inteira com três carros com o nome de Forsythe Championship Racing. Tracy novamente venceu a etapa de abertura do campeonato, mas durante o ano todo conquistou mais uma vitória e Patrick Carpentier novamente venceu a etapa de Laguna Seca. Rodolfo Lavin conquistou a segunda posição em Elkhart Lake, a melhor posição de chegada de sua carreira. A equipe perdeu o título para a Newman Haas, Carpentier e Tracy ficaram em terceiro e quarto colocados no campeonato respectivamente, enquanto Lavin terminou na décima quarta colocação.

Em 2005, a equipe perdeu o canadense Patrick Carpentier para a equipe Red Bull Cheever da IRL, e contratou de última hora o mexicano Mario Dominguez. Paul Tracy ainda continuou na equipe. Mario Dominguez não conseguiu nenhuma vitória no ano, mas Paul Tracy venceu os GPs de Milwaukee e Cleveland, terminando em quarto lugar no campeonato, enquanto Mario terminou em nono lugar, conseguindo em Denver um segundo lugar, seu melhor resultado do ano.
No ano de 2006, a equipe começou com os mesmos pilotos do ano anterior, porém a partir da quinta etapa do campeonato em Portland, Gerald trocou Mario Dominguez que foi para a Dale Coyne pelo norte-americano A.J. Allmendinger que veio da equipe RuSport. Melhor impossível para Gerald já que A.J. venceu as três primeiras etapas que disputou pela Forsythe: Portland, Cleveland e Toronto. Allmendinger ainda venceria em Denver e Elkhart Lake naquele ano. O norte americano disputou o título até a penultima etapa do ano na Austrália, quando naquele fim de semana aceitou uma proposta milionária de seu patrocinador pessoal, a Red Bull para correr na Nascar em 2007. Gerald o demitiu na última etapa no México, dando oportunidade para o mexicano David Martinez correr em casa. Paul Tracy não teve um bom ano e não venceu nenhuma corrida, seus melhores resultados foram três segundos lugares em Houston, Toronto e Montreal, terminando o ano em sétimo lugar, o canadense ainda sofreu um acidente em sua casa e não pode correr a última etapa no México. Buddy Ruce teve a chance de correr com o #3, e terminou na décima colocação no circuito Hermanos Rodriguez.

Em 2007, a equipe começou o ano como em 2005, com Paul Tracy e Mario Dominguez, mas na segunda etapa do ano em Long Beach, o canadense bateu forte e não pode correr nas ruas californianas e em Houston. Gerald chamou Oriol Sérvia para guiar no lugar de Tracy. Oriol estreou em segundo lugar no GP de Long Beach. Mais uma vez insatisfeito com Mario Dominguez, Gerald o demitiu e deixou Oriol Sérvia continuar na equipe após a volta de Tracy. O piloto catalão ainda conseguiria mais dois pódios no ano, terminando em sexto lugar no campeonato. Já Paul Tracy venceu o Grande Prêmio de Cleveland, mas ficou somente na décima primeira posição do campeonato. No final de 2007 era anunciado a parceria entre Gerald Forsythe e Dan Pettit que veio da equipe PKV Racing para somar forças com o americano.

Gerald Forsythe era um dos administradores da ChampCar, e não aceitava a unificação da ChampCar World Series com a IndyCar Series nos moldes em que foi realizado o acordo, por isso deciciu não correr na IndyCar em 2008. Sendo assim, correu apenas a etapa de Long Beach neste ano, etapa válida pela IndyCar e última prova da história da ChampCar, inscrevendo três carros: o canadense Paul Tracy, o mexicano David Martinez e o francês Franck Montagy. A última corrida da história de Gerald Forsythe na Indy, marcou o segundo lugar do piloto francês, conquistando um pódio para Gerald.

Mas se engana quem pensa que o velho apaixonado por automobilismo parou com o que tanto ama. No ano de 2008, Forsythe preferiu manter a equipe que já tinha nas categorias de base da ChampCar, a Fórmula Atlantic. Seus pilotos foram o canadense James Hinchcliff e os mexicanos David Garza e David Martinez (este não fez todo o campeonato). James venceu o GP de Long Beach e terminou na quarta colocação do campeonato.

Para 2009 a Forsythe continua com sua equipe na Atlantic, porém espera-se que volte a competir na IndyCar Series, já que é uma equipe detentora de um título e uma das mais tradicionais da categoria.

Porsche na Fórmula Indy.

Em abril de 1987, a revista Christophorus publicou em primeira mão, o anuncio feito por Peter Schutz, o diretor da da Porsche A.G. e Quentin E. Wood, o presidente da companhia petrolífera Quaker State, com sede no estado do Texas. Da união entre estas duas empresas gigantes, sairia a criação de uma equipe para a Fórmula Indy. A petrolífera já patrocinava diversas provas da Fórmula Indy na época, e patrocinava alguns carros, afinal, pois teria lugar melhor que um campeonato de monopostos para divulgar sua marca na época? Já a Porsche vinha animadíssima da Fórmula 1, pois venceram três campeonatos com o motor Porsche TAG turbo. Com isso a CART ganhava uma nova e poderosa equipe.

O objetivo da Porsche era muito ambicioso, mas com muito esforço técnico e com bons dólares para serem investidos nos monopostos norte-americanos, eles entraram decididos a enfrentar todos os problemas que viriam pela frente. Como as corridas da CART na década de 80, eram acompanhadas por um gigantesco público presente nos autódromos e ainda tinha uma grande cobertura da TV para os Estados Unidos, ganhar uma corrida com seus próprios motores, significaria para a montadora alemã ter muito prestígio nos meios de comunicação, e ganharia o mercado norte americano, onde tem seu maior potencial de vendas de carros da marca.

Este projeto da Porsche nasceu em 1975, com intuito de participar das 500 milhas de Indianapolis daquele ano, mas problema levaram a adiar o sonho para 1979. Quando já se estava montando o carro para competir na Indy, houve o racha na USAC, e foi criada a CART, um campeonato paralelo a USAC, a Porsche terminou pela metade seu projeto do carro da Indy, pois os carros da USAC tinham diferentes regulamentações técnicas dos carros da recém criada CART. Até que em 1987 a montadora alemã voltou a ter o sonho de entrar na Fórmula Indy, e o realizou no ano seguinte.

Para o cargo de gerente geral da equipe dentro das pistas, chamaram Derrick Walker, que estava trabalhando na Penske há vários anos. A idéia da Porsche era construir um chassi e motor para a temporada, mas Walker e os membros da equipe preferiram correr com um chassi March em seu primeiro ano. Os pneus da equipe, seriam os Eagle da Goodyear, e o piloto escolhido foi o italiano Toe Fabi. A estréia da equipe Porsche Quaker State estaria marcada então para a abertura do campeonato de 1988, em Phoenix.

Já nas pistas, o piloto italiano Teo Fabi que já tinha experiência na Indy, onde foi vice campeão no ano de 1983 pela equipe Forsythe com quatro vitórias e escolhido o novato do ano, não teve maiores dificuldades para ter domínio do carro, em sua reestréia na Indy. Nos treinos que definiu o grid de largada para a primeira corrida da Porsche na Indy, a equipe conseguiu uma nona colocação para largar no GP de Phoenix, já na corrida, Teo Fabi tirou a inexperiência da equipe no braço, conquistando uma sétima posição em sua volta na Indy e na estréia de sua equipe.

Depois da euforia da estréia, e da boa colocação na prova inicial do certame de 1988, a equipe teve uma série de insucessos, mas na segunda metade do campeonato, Teo Fabi conseguiu largar na terceira posição no GP de Meadowlands e conquistou uma quarta posição no GP de Nazareth. Ao fim da última corrida do ano, a equipe somava quarenta e quatro pontos, e a décima posição no geral.

O sonho desde a década de setenta, de ter um motor V8 para vencer as 500 milhas de Indianapolis era cada vez mais forte, a Porsche decidiu não fazer um chassi, mas sim desenvolver um junto a March, que em 1989 foi rebatizado de March89P.

O novo campeonato começou e nas duas primeiras corridas, nem se quer a equipe e Fabi chegaram perto da zona de pontos, a próxima prova seria no Indianapolis Motor Speedway. Teo Fabi conseguiu por o carro na quinta fila, na décima terceira posição, mas na corrida, na vigésima terceira volta Teo Fabi é obrigado a abandonar as 500 milhas devido a problema de ignição.

Tudo parecia estar contra a Porsche, mas na etapa seguinte em Milwaukee, Teo Fabi conquista uma excelente terceira posição, o que anima toda a equipe. Em Detroit, Portland e Cleveland, o piloto italiano termina consecutivamente na quarta posição e conquista a primeira pole para sua equipe no estado de Oregon. Mas foi em três de setembro daquele ano, que a Porsche finalmente comemorou a sua primeira vitória na categoria no circuito de Mid Ohio, Teo Fabi ainda fez a pole e dominou completamente a corrida. O piloto italiano ainda conquistaria mais dois pódium para a equipe. No final do ano, Teo Fabi terminou na quarta posição no campeonato.

Em 1990, a Porsche se reforça com o patrocínio da cervejaria Foster's, e coloca mais um carro na pista, além de Teo Fabi agora a equipe conta com os serviços de John Andretti. Os melhores resultados da equipe no ano, foram um terceiro lugar com Teo Fabi em Meadowlands, e dois quintos postos em Cleveland e Vancouver. Fabi termina na décima terceira posição no campeonato e Andretti em décimo. Ao fim da temporada de 1990, somando se os maus resultados e o dinheiro investido, a equipe perde o apoio da Quaker State, e decide se desligar da Fórmula Indy.


Primeiro carro da Porsche na Indy (não disputou provas oficiais)

Teo Fabi vencendo em MidOhio

John Andretti em 1990

Adeus Paul Newman...

Paul Leonard Newman, foi um ator e diretor cinematográfico norte-americano e apaixonado pela velocidade.
Todos os jornais informaram isso. Sim, todos sabemos do grande ator que ele foi, mas o qual o tamanho da paixão pela velocidade que Paul Newman teria?
Como se trata de um primeiro post, vou mostrar a paixão pela velocidade deste homem através de fotos.

Kart:

Sempre que tinha tempo, Paul resolvia "desenferrujar" e partia para umas voltinhas de kart com alguns amigos seus, e não era qualquer um não, veja na foto ao lado com quem Newman(#2) pilotova kart:Jimmy (#12), Tagliani (#8) e Jourdain Jr. (#9).

NEWMAN/HAAS RACING


Paul Newman se destacou como piloto amador, correndo em carros esporte nos EUA e na Europa, onde chegou a conseguir um segundo lugar na categoria esporte das 24 Horas de Le Mans com um Porsche 935. Nos anos 80 se envolveu com a Fórmula Indy, onde se tornou sócio-proprietário da equipe Newman-Haas Racing. O outro sócio da equipe é Carl Haas. A partir de 2007, Mike Lanigan assumiu uma parte da da equipe levando seu sobrenome ao nome da equipe. A equipe Newman Haas Lanigan pode ser considerada uma das mais famosas e importantes equipes da história da Fórmula Indy. Teve pilotos como: Mario Andretti, Michael Andretti, Teo Fabi, Alan Jones, Paul Tracy, Christian Fittipaldi, Roberto Moreno, Cristiano da Matta, Bruno Junqueira, Sebastien Bourdais, Oriol Sérvia, Graham Rahal, e Justin Wilson, estes dois últimos são atuais pilotos da equipe e disputaram o campeonato da IndyCar deste ano, onde cada um deles obteve uma vitória. A equipe é detentora de 8 títulos (considerando a Fórmula Indy, CART e ChampCar) com:

Pilotos/Nº de títulos
Mario Andretti (1)
Michael Andretti (1)
Nigel Mansell (1)
Cristiano da Matta (1)
Senastien Bourdais (4)


Brasileiros: A partir de meados dos anos 90, Paul e Carl quase sempre contaram com ajuda de agum piloto brasileiro, e todos eles conseguiram vitórias em suas passagens pela equipe NHR.

CHRISTIAN FITTIPALDI

O primeiro ate a oportunidade de guiar os carros de Lincolnshire, mas levou três ano e meio para ter seu primeiro triunfo, que foi em Road America no ano de 1999. O piloto brasileiro conseguiu sua segunda vitória um ano depois na última etapa do campeonato, no SuperSpeedway da Califórnia, em Fontana. Christian correu pela escuderia de 1996 a 2002.


ROBERTO MORENO

O segundo brasileiro a passar pela equipe foi Roberto Pupo Moreno, não como titular, sempre como piloto substituto, realizando um total de doze provas pela equipe entre 1997 e 1999, sempre no carro #11 de Christian Fittipaldi. Seu melhor resultado foi um segundo lugar em Laguna Seca em 1999.





CRISTIANO DA MATTA

O mineiro Cristiano da Matta correu apenas duas temporadas na equipe de Paul, mas ele foi o principal nome dentres nossos pilotos a passarem pela equipe. Em seu ano de estréia na NHR, Cristiano ganhou logo em sua primeira corrida no ano e 2001, com o carro #6 onde substituiu Michael Andretti que estava na equipe desde 1995. Da Matta venceu no México, e depois conseguiu vencer em Surfer's Paradise e em Fontana. No ano seguinte Cristiano da Matta conseguiu o título da categoria, o quarto da escuderia. Cristiano venceu mais uma vez no México, novamente a primeira corrid do ano, e por mais seis vezes: Laguna Seca, Portland, Toronto, Chicago, Elkhart Lake e Miami.


BRUNO JUNQUEIRA

Bruno Junqueira foi o quarto piloto brasileiro a passar pela equipe Newman Haas. Entrou na equipe em 2003 e obteve duas vitórias, em Elkhart Lake e Denver. No ano seguinte Bruno conquistou mais duas vitórias, em Montreal e Surfer's Paradise na Austrália. Em 2005, Bruno correu apenas três provas no ano, duas pela ChampCar e venceu em Monterrey no México e uma corrida na IRL, onde bateu e ficou fora das pitas por mais de seis meses. Permaneceu na equipe até o fim de 2006.





Paul Newman 26/01/1925 - 26/09/2008

Valeu por tudo Paul, fique com DEUS.
 
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