
Caros amigos da Indy, está chegando a hora da maior corrida de automóveis do mundo: as 500 Milhas de Indianápolis. Hoje conversaremos um pouco sobre a magnitude desse evento e a grande importância da corrida para a nossa categoria.
Inicialmente, para embalar as comemorações da ‘Centennial Era’ (lá vamos nós para um século de Indy 500!) não dá para não lembrar de um fato importante da edição desse ano: viveremos a primeira 500 Milhas sem a sombra de Tony George. O homem responsável por quebrar ao meio uma categoria forte, popular e conhecida no mundo todo há 15 anos não está mais no comando. Esse assunto, claro, não passou batido aqui no Blog quando foi oficializado o “afastamento” de George mas eu acabei não comentando. Aproveito a aproximação da Indy 500 de 2010 para estourar o champagne, celebrando a definitiva saída de cena de um verdadeiro inimigo do automobilismo norte-americano. Não é bom ficar divagando sobre o que aconteceria com a Fórmula Indy caso o racha não tivesse acontecido, mas não há como não relembrar os duros anos recentes sem ficar com um gosto amargo da boca. Hoje a categoria está retomando seu espaço, correndo atrás de sua popularidade perdida e quem sabe um dia voltará a ter aqueles anos gloriosos. Mas, graças a figura de George e sua mania de grandeza, os fãs da Indy e a categoria pagaram caro. Por isso é hora de celebrar: adeus Tony George, e até nunca mais!
Se livrando dessas vibrações negativas, é importante relembrar as coisas boas da Indy 500. Começando, claro, pela história e tradição. Um grande evento só é um grande evento se tiver história e souber valorizá-la. Veja o caso da NBA: em praticamente toda a fase de playoff são exibidos grandes momentos do passado, desde aqueles não tão longínquos voltando até a era das imagens em branco e preto das TVs. Assim, transmite-se o legado da NBA: só estamos aqui pois há 10, 15, 30, 40 anos atrás grandes times e grandes jogadores fizeram grandes campeonatos. A mesma coisa vale para o Superbowl: na grande final do futebol americano o que não falta é flashback de grandes momentos do passado. E taí um grande predicado da Indy 500. Afinal, estamos falando de uma corrida centenária, com grandes momentos em todas as suas décadas. Relembrar isso remete boas lembranças a quem viveu (lembram-se da chegada de 1992, com Al Unser e Scott Goodyear?) e “ensina” aos novos fãs porque aquilo está durando 100 anos. Só tem futuro que tem passado – e o novo momento da categoria, reunificada e buscando os caminhos certos deve levar isso em consideração.
Fora o fato da Indy 500 ser um grande corrida – no sentido quantitativo e no qualitativo também. As variáveis de um prova longa são inúmeras, garantindo desde o começo (Roberto Guerrero que o diga!) o reinado da imprevisibilidade. O eterno medo da chuva, a necessidade de poupar equipamento, o risco de acidentes nos pits, a administração dos retardatários, o dilema de acelerar ou poupar combustível... enfim, todos os deliciosos momentos de uma corrida da Indy são elevados ao quadrado na Indy 500. E a tradição trás consigo a marca “certas coisas só acontecem em Indianápolis”, algo que certamente não dá pra ser substituído por “certas coisas só acontecem em Michigan” ou “certas coisas só acontecem em Fontana” (para ficar no exemplo de corridas longas). Assim, temos um mix de corrida propícia ao imprevisível + história e tradição. Enfim, garantia de uma bela disputa.
E a receita para tomar o leite (ou o suco de laranja – anote ai mais um momento histórico...) no pódio só é descoberta pelos grandes. Afinal, se estamos falando de imprevisibilidade em cima e embaixo, seria possível a ocorrência de surpresas ou vitórias “não merecidas”. Mas a história (olha ela de novo) nos mostra que para vencer em Indianápolis ter sorte não é o suficiente. Basta ver os vencedores dessa década (descontando, claro, o presente dado ao medíocre Buddy Rice em 2004 – calma Tony, sua hora ainda vai chegar!): Helio, Dixon, Franchitti, Hornish, Wheldon, Gil e Montoya. Todos grandes pilotos a bordo de grandes máquinas montadas por grandes equipes. Se ganhar 500 Milhas não é para poucos, ganhar uma Indy 500 requer alto nível em todas as frentes. Por isso que mesmo nos anos “negros” da IRL (96 a 99) não foi qualquer cabeça de bagre que levou a taça.
Por falar em Montoya, mais uma data para comemorar neste 2010: são 10 anos daquela grandiosa vitória do colombiano. Grandiosa não só pela comprovação do talento de um dos maiores pilotos dos últimos tempos, mas – principalmente – por marcar a volta triunfal da Cart para Indianápolis. Quem sabe aquele não foi o sinal número 1 da urgência e necessidade da reunificação para o retorno aos tempos de glória. A vitória de Montoya – aquela altura um campeão da Cart e com um pé na Fórmula 1 – significou uma “redescoberta” da Indy 500, pois a repercussão foi muito maior em relação, por exemplo, a vitória de Kenny Brack em 1999. Não por acaso no ano seguinte Roger Penske e seu batalhão desembarcaram para vencer lá, pavimentando de vez o caminho de volta. Comemoremos, então, os 10 anos de uma vitória fundamental!
Voltando para o futuro, as perspectivas para Indy 500 desse ano tem me animado. As mudanças no calendário de treinos foram precisas: primeiro, a redução dos dias atividade na pista no pré-corrida puxa os gastos para baixo, facilitando a inscrição de mais carros e a obtenção de patrocínio. E segundo (talvez o mais importante): o Pole Day no final de semana imediatamente anterior a corrida garante uma mídia mais próxima ao 30 de maio, gerando notícia – e interesse – do sábado 22 até o domingo 30. Bola dentro da organização. E o retorno foi bom: muitos inscritos, garantindo ao menos 33 (teve ano que foi difícil chegar nesse número, vocês lembram...). Além disso, uma salva de palma para a turma de 2010: principalmente os veteranos Paul Tracy e John Andretti. O “Sr. Apronta-tudo” na minha opinião deveria ter cockpit durante todo o ano: o canadense tem braço, é vencedor, tem torcida própria e claro, é um tremendo fanfarrão. As corridas no Canadá no ano passado não me deixam mentir, afinal resumiram todos essas características de Tracy. E outra, ele tem história na categoria. É o único em ativa que viveu todos os momentos dos últimos 20 anos, sendo contemporâneo (ao mesmo tempo!) de Emerson, Franchitti e Mario Moraes. Quem quiser começar a campanha “faça um carro para Paul Tracy” pode contar comigo. Sobre John Andretti, bela sacada de Michael: põe mais um carro competitivo, chama atenção por resgatar um veterano relativamente conhecido e como cereja no bolo envolve o nome da Nascar. É assim que se faz!
Para o Brasil também vejo coisas boas. A confirmação da Bia na corrida não poderia ser melhor: é mais uma oportunidade para ela mostrar seu potencial para a equipe e garante uma grande atenção da mídia por aqui. No caso de um bom resultado – desde um melhor “rookie” até a melhor mulher classificada – a chance de correr mais vezes só aumenta. Além disso, temos a volta da transmissão ao vivo pela Band, algo que por si só já é super positivo (sem contar o recall da SP Indy 300). E, claro, também podemos contar com praticamente todos os pilotos brasileiros pleiteando a vitória – meu palpite é: chegou a vez do Tony....
Bom amigos da Indy, estamos prestes a viver mais uma vez as 500 Milhas, com a história sendo construída bem a frente dos nossos olhos. Vamos nessa!!!
____________________________________________________________________
Leandro Coelho tem 26 anos e é natural de São Paulo/SP, onde reside atualmente. Apaixonado pelo automobilismo norte-americano desde o início da década de 90, é colunista do Blog da Indy e manteve entre 2000 e 2002 o extinto site INDYBRASIL, uma das páginas brasileiras pioneiras na cobertura exclusiva da então CART.
Email para contato: leandro_fsc@yahoo.com.br
Twitter: http://twitter.com/leandrofcoelho
Inicialmente, para embalar as comemorações da ‘Centennial Era’ (lá vamos nós para um século de Indy 500!) não dá para não lembrar de um fato importante da edição desse ano: viveremos a primeira 500 Milhas sem a sombra de Tony George. O homem responsável por quebrar ao meio uma categoria forte, popular e conhecida no mundo todo há 15 anos não está mais no comando. Esse assunto, claro, não passou batido aqui no Blog quando foi oficializado o “afastamento” de George mas eu acabei não comentando. Aproveito a aproximação da Indy 500 de 2010 para estourar o champagne, celebrando a definitiva saída de cena de um verdadeiro inimigo do automobilismo norte-americano. Não é bom ficar divagando sobre o que aconteceria com a Fórmula Indy caso o racha não tivesse acontecido, mas não há como não relembrar os duros anos recentes sem ficar com um gosto amargo da boca. Hoje a categoria está retomando seu espaço, correndo atrás de sua popularidade perdida e quem sabe um dia voltará a ter aqueles anos gloriosos. Mas, graças a figura de George e sua mania de grandeza, os fãs da Indy e a categoria pagaram caro. Por isso é hora de celebrar: adeus Tony George, e até nunca mais!
Se livrando dessas vibrações negativas, é importante relembrar as coisas boas da Indy 500. Começando, claro, pela história e tradição. Um grande evento só é um grande evento se tiver história e souber valorizá-la. Veja o caso da NBA: em praticamente toda a fase de playoff são exibidos grandes momentos do passado, desde aqueles não tão longínquos voltando até a era das imagens em branco e preto das TVs. Assim, transmite-se o legado da NBA: só estamos aqui pois há 10, 15, 30, 40 anos atrás grandes times e grandes jogadores fizeram grandes campeonatos. A mesma coisa vale para o Superbowl: na grande final do futebol americano o que não falta é flashback de grandes momentos do passado. E taí um grande predicado da Indy 500. Afinal, estamos falando de uma corrida centenária, com grandes momentos em todas as suas décadas. Relembrar isso remete boas lembranças a quem viveu (lembram-se da chegada de 1992, com Al Unser e Scott Goodyear?) e “ensina” aos novos fãs porque aquilo está durando 100 anos. Só tem futuro que tem passado – e o novo momento da categoria, reunificada e buscando os caminhos certos deve levar isso em consideração.
Fora o fato da Indy 500 ser um grande corrida – no sentido quantitativo e no qualitativo também. As variáveis de um prova longa são inúmeras, garantindo desde o começo (Roberto Guerrero que o diga!) o reinado da imprevisibilidade. O eterno medo da chuva, a necessidade de poupar equipamento, o risco de acidentes nos pits, a administração dos retardatários, o dilema de acelerar ou poupar combustível... enfim, todos os deliciosos momentos de uma corrida da Indy são elevados ao quadrado na Indy 500. E a tradição trás consigo a marca “certas coisas só acontecem em Indianápolis”, algo que certamente não dá pra ser substituído por “certas coisas só acontecem em Michigan” ou “certas coisas só acontecem em Fontana” (para ficar no exemplo de corridas longas). Assim, temos um mix de corrida propícia ao imprevisível + história e tradição. Enfim, garantia de uma bela disputa.
E a receita para tomar o leite (ou o suco de laranja – anote ai mais um momento histórico...) no pódio só é descoberta pelos grandes. Afinal, se estamos falando de imprevisibilidade em cima e embaixo, seria possível a ocorrência de surpresas ou vitórias “não merecidas”. Mas a história (olha ela de novo) nos mostra que para vencer em Indianápolis ter sorte não é o suficiente. Basta ver os vencedores dessa década (descontando, claro, o presente dado ao medíocre Buddy Rice em 2004 – calma Tony, sua hora ainda vai chegar!): Helio, Dixon, Franchitti, Hornish, Wheldon, Gil e Montoya. Todos grandes pilotos a bordo de grandes máquinas montadas por grandes equipes. Se ganhar 500 Milhas não é para poucos, ganhar uma Indy 500 requer alto nível em todas as frentes. Por isso que mesmo nos anos “negros” da IRL (96 a 99) não foi qualquer cabeça de bagre que levou a taça.
Por falar em Montoya, mais uma data para comemorar neste 2010: são 10 anos daquela grandiosa vitória do colombiano. Grandiosa não só pela comprovação do talento de um dos maiores pilotos dos últimos tempos, mas – principalmente – por marcar a volta triunfal da Cart para Indianápolis. Quem sabe aquele não foi o sinal número 1 da urgência e necessidade da reunificação para o retorno aos tempos de glória. A vitória de Montoya – aquela altura um campeão da Cart e com um pé na Fórmula 1 – significou uma “redescoberta” da Indy 500, pois a repercussão foi muito maior em relação, por exemplo, a vitória de Kenny Brack em 1999. Não por acaso no ano seguinte Roger Penske e seu batalhão desembarcaram para vencer lá, pavimentando de vez o caminho de volta. Comemoremos, então, os 10 anos de uma vitória fundamental!
Voltando para o futuro, as perspectivas para Indy 500 desse ano tem me animado. As mudanças no calendário de treinos foram precisas: primeiro, a redução dos dias atividade na pista no pré-corrida puxa os gastos para baixo, facilitando a inscrição de mais carros e a obtenção de patrocínio. E segundo (talvez o mais importante): o Pole Day no final de semana imediatamente anterior a corrida garante uma mídia mais próxima ao 30 de maio, gerando notícia – e interesse – do sábado 22 até o domingo 30. Bola dentro da organização. E o retorno foi bom: muitos inscritos, garantindo ao menos 33 (teve ano que foi difícil chegar nesse número, vocês lembram...). Além disso, uma salva de palma para a turma de 2010: principalmente os veteranos Paul Tracy e John Andretti. O “Sr. Apronta-tudo” na minha opinião deveria ter cockpit durante todo o ano: o canadense tem braço, é vencedor, tem torcida própria e claro, é um tremendo fanfarrão. As corridas no Canadá no ano passado não me deixam mentir, afinal resumiram todos essas características de Tracy. E outra, ele tem história na categoria. É o único em ativa que viveu todos os momentos dos últimos 20 anos, sendo contemporâneo (ao mesmo tempo!) de Emerson, Franchitti e Mario Moraes. Quem quiser começar a campanha “faça um carro para Paul Tracy” pode contar comigo. Sobre John Andretti, bela sacada de Michael: põe mais um carro competitivo, chama atenção por resgatar um veterano relativamente conhecido e como cereja no bolo envolve o nome da Nascar. É assim que se faz!
Para o Brasil também vejo coisas boas. A confirmação da Bia na corrida não poderia ser melhor: é mais uma oportunidade para ela mostrar seu potencial para a equipe e garante uma grande atenção da mídia por aqui. No caso de um bom resultado – desde um melhor “rookie” até a melhor mulher classificada – a chance de correr mais vezes só aumenta. Além disso, temos a volta da transmissão ao vivo pela Band, algo que por si só já é super positivo (sem contar o recall da SP Indy 300). E, claro, também podemos contar com praticamente todos os pilotos brasileiros pleiteando a vitória – meu palpite é: chegou a vez do Tony....
Bom amigos da Indy, estamos prestes a viver mais uma vez as 500 Milhas, com a história sendo construída bem a frente dos nossos olhos. Vamos nessa!!!
____________________________________________________________________
Leandro Coelho tem 26 anos e é natural de São Paulo/SP, onde reside atualmente. Apaixonado pelo automobilismo norte-americano desde o início da década de 90, é colunista do Blog da Indy e manteve entre 2000 e 2002 o extinto site INDYBRASIL, uma das páginas brasileiras pioneiras na cobertura exclusiva da então CART.
Email para contato: leandro_fsc@yahoo.com.br
Twitter: http://twitter.com/leandrofcoelho





18 comentários:
Boa leandro.
Só discordo em uma coisa. Esse ano vamos te um Tetra.
Grande Leandro, concordo com tudo que escreveu, mas temos que torcer e rezar para que não chova nesta Indy 500 pelo amor de Deus,ainda mais por que depois de 14 anos o nosso querido Téo José volta a narrar novamente a tão famosa prova portanto, só a chuva pra estragar a festa e vai que chove e a Band resolve botar o fubebolzinho de sempre.Um abraço!!!!
Apoio o Leandro e procuro sempre rememorar tempos incríveis da Indy. Tem muita gente aqui neste blog que não gosta dos bons tempos da CART e da Indy com os antigos campeões. Tem gente que tem rejeição ao passado e acha que tudo tem que ser o "novo" ou o "que estar por vir". No caso da Indy devemos lembrar sim dos grandes feitos principalmente em relação a uma categoria que para mim sempre foi mais perfeita que a F1. Circuitos mistos (permanentes e de rua - incluindo aeroportos) e Circuitos ovais (curtos, superspeedway) exigem muito mais de máquinas, equipes e pilotos do que apenas circuitos mistos e de rua muito parecidos uns com os outros (exceção Monza e Mônaco). O grande temor da F1 e do Ecclestone é que essa fórmula americana pudesse tomar a hegemônia no automobilismo dos carros "Grand Prix" europeus (F1, GP2, F2, F3, Word Series Renault, Super League, etc.) no mundo todo.
Não sou um "americanófilo" tanto que rejeito a NASCAR, mas devemos sim, agora perto de mais uma 500 milhas, lembrar sempre do que é ( e não era) a Indy.
Essa vitória do Montoya na Indy 500 de 2000, teve como principais consequências a mudança de rumos da IRL, que a partir de então, ao aceitar as equipes oriundas da CART na famosa prova, aquelas menores que disputavam regularmente a IRL passaram a perder cada vez mais espaço na categoria. Também coincidiu com o início da crise da CART, onde a categoria começou a naufragar, encarecendo mais os custos e se metendo num buraco sem fim, fazendo com que muitas equipes de ponta da CART migrassem para a IRL para falir as equipes de lá e a CART desde então ficou com grids cada vez mais minguados. A prova representou a superioridade das equipes da CART frente às da IRL, mas acabou também afundando a CART.
Fala meu querido "vizinho" André! Pois é, com Helinho não dá pra brincar: ele sempre é favorito. Se o tri já é uma marca fantástica, imagina o tetra!
Abração!
Apoiado CCWS !!!!
Alexandre, tbm estou preocupado. Seria um pena conosco e com o Téo também, afinal não vejo a hora de ouví-lo diretamente de Indianápolis! Aliás a última narração dele lá, em 95, foi em uma corridaça! Vamos torcer, e olha, tá chovendo tanto nesses dias que é bem capaz de ficar tudo seco por lá no dia 30. Um abraço!
Boa ccws, falou tudo! A história da Cart é linda e não podemos esquecê-la! Abração!
Boa menção, Josele. Aquela Indy 500 foi decisiva para os anos seguintes, em ambas as categorias. Um abraço!
Sabe Leandro, o que me deixa muito feliz é a excelente impressão que a Bia ja deixou na SP Indy 300 e que esta deixando na Indy 500, independente do que acontecer, eu aposto que ela ainda vai correr em algumas provas ainda este ano, afinal tem muito bração na Indy e para quem patrocinar essa menina vai ter grande destaque para sua marca!!!
Muito bom este post.
Na minha opinião a Fórmula Indy pode não conseguir voltar a ser o que era devido a atual situação econômica mundial que não permite à categoria a concorrência entre chassis e motores como nos tempos da C.A.R.T.
LOLA Cars para 2012!
Leandro, os Dallaras heim??? Isso é carro de corrida ou barco de cabeça pra baixo adaptado para correr em circuito oval (da fazenda do Tony George)???
basta ver os dallara na"HISPANIA"na F1!o pior carro da categoria.e outra,a indy pode sim voltar aos bons tempos!esses motores Honda atuais são horrivelmente horrorosos!
Grande Jackson, eu estava ouvindo o pole positon na rádio band e vc é um cara de muita credibilidade mesmo, gostei da sua pergunta com relação a voltas dos treinos e voltas de desistencia, eu mesmo nunca tinha pensado nisso, um abraço!!!!
Gilberto: vc matou a charada. Um campeonato com concorrência na parte técnica (chassis, pneus e motores) leva os custos lá para cima, e isso mata quem não tem grana - ou seja, a grande maioria das equipes. Estou de acordo com um pacote "único" para a Indy.
Um abraço e obrigado pelo elogio!
ws, de fato esse carros são feio mesmo. Isso é o legado da IRL, sempre fraca na parte técnica desde 1996. Como a unificação foi quase uma "compra" da Champ Car pela IRL, ficou tudo de acordo com esta última. Mas vamos dar tempo ao tempo para a chegada de novos chassis em momento oportuno - não se esqueça que a crise ainda está brava nos EUA e qualquer elevação de custos seria um grande problema para a Indy nesse momento.
Um abraço!
Pois é Alexandre, olha a Bia ai fazendo o que justamente falamos! Parabéns a ela e quem sabe rola um top-10 na corrida!
abraço!
Lembrando que das últimas 5 edições em 4 o vencedor da Indy venceu o campeonato - 2005 (Wheldon), 2006 (Hornish), 2007 (Franchitti) e 2008 (Dixon). Só os brasileiros não conseguiram essa escrita - 2004 Kanaan campeão e Rice venceu a Indy; e 2009, Franchitti campeão e Helinho venceu a Indy.
Postar um comentário