A Conquest Racing anunciou na manhã deste sábado que o piloto do carro Nº 26 no Grande Prêmio de Motegi será o norte-americano Roger Yasukawa. O piloto de origem japonesa de 32 anos soma 39 largadas na Fórmula Indy, sendo que cinco delas são exatamente na prova de Motegi.
No ano passado, o piloto disputou apenas uma corrida na Fórmula Indy, em Motegi, pela equipe Dreyer & Reinbold Racing completando a prova em 20º lugar.
“Estou muito animado por retornar ao carro da Indy para a corrida do Japão na outra semana. Eu sempre gosto de competir a frente da minha família, amigos e fãs japoneses. Quero agradecer a equipe Conquest Racing por me dar esta oportunidade”, afirmou Roger.
A melhor colocação do piloto em uma corrida foi no seu ano de estréia na Fórmula Indy, em 2003, quando defendia a equipe Aguri Fernandez, na prova do Kansas, cruzando a linha de chegada em sétimo lugar. A melhor posição no grid de largada também foi em 2003 e também um sétimo lugar, mas no GP de Saint Louis. Dessa 39 participações do piloto californiano na Indy, oito delas ele acabou no muro e em outras quatro teve problemas mecânicos. Em apenas oito oportunidades, Yasukawa terminou uma prova na mesma volta do líder.
O dono da equipe Conquest Racing ficou animado com a chegada do piloto a equipe. "Roger vai trazer uma grande experiência para nosso time e será bom para todos. Estamos ansiosos para trabalhar com ele”, disse Eric Bachelart.
A equipe Conquest Racing começou a temporada com apenas o carro Nº 34 no grid, do brasileiro Mario Romancini. A partir da terceira etapa do campeonato, em Barber, alinhou um segundo carro, o Nº 36 do belga Bertand Baguette. A partir da 12º etapa, a equipe substitui o brasileiro pelo italiano Francesco Dracone devido ao piloto europeu chegar com combustível financeiro para o time de Bachelart. Nas corridas de Chicago e Kentucky, duas provas em ovais de 1,5 milhas de extensão, a equipe chamou Tomas Scheckter.
Na 13ª etapa do ano, em Sonoma, a equipe trocou Baguette do carro Nº 36 para o carro Nº 34 em que o brasileiro competia devido ao carro pilotado por Romancini ter mais pontos no campeonato do que o bólido que o belga vinha correndo na categoria.
Para a última etapa do campeonato, em Homestead, a equipe ainda não definiu o piloto. O brasileiro Mario Romancini disse recentemente em seu Twitter, que está fora da Fórmula Indy em 2010.

8 comentários:
Onde já se viu tirar o TOmas Scheckter, que faz um trabalho brilhante, para colocar o Roger Yasukawa.
Na verdade, acho q a frase do Eric Bachelart deve ter sido diferente:
...O dono da equipe Conquest Racing ficou animado com a chegada do piloto a equipe. "Roger vai trazer um grande dinheiro para nosso time e será bom para todos. Estamos ansiosos para trabalhar com o dinheiro dele”...
Esse é mais um "pilotinho" que chega na modesta Conquest, afinal de contas esse é mais um time que vende o almoço pra comprar a janta.Eu só quero ver se quando a Milka for espirrada da Dale Coyne se ela não vai bater nessa porta também.
Essa Fórmula Indy tem muita gente que não tem capacidade de nem pilotar um carrinho de mão. Casos como do próprio Roger Yasukawa, Milka Duno, Jay Howard, entre outros.
O Bachelart com todo respeito, é a maior prostituta da história do open wheel americano, dá pra contar nos dedos quais os pilotos que ele contratou sem fins lucrativos, acho que no máximo uns três..
A Conquest tem a relação mais bizarra de pilotos que já passaram por uma equipe e isso vem desde os tempos mais primórdios, ou seja, não querem evoluir, é uma empresa que aluga carros da Indy pra milionarios brincarem de pilotar
Estava lendo num site americano que de todo o grid da Indycar apenas uns 7 carros possuem patrocínio suficiente para que as equipes contratem bons pilotos para eles. Os demais possuem pilotos pagantes ou pilotos que trazem patrocínios para as equipes.
Essa é a realidade. Sem os pilotos pagantes, o grid não teria nem 10 carros. Ao invés de jogarmos pedra deveríamos agradecer a esse pessoal que dá a categoria alguma viabilidade econômica. Senão as equipes fechariam.
Diante dessa realidade, Milka Duno, Ernesto Viso, Hideki Mutoh, etc. são valiosíssimos por causa dos patrocínios que trazem e seriam prontamente contratados por outras equipes se saíssem das suas equipes atuais.
concordo com o anonimo(19:04).sem esses"pagantes"a indy fecharia de vez!
O Penke , o Ganassi e o Andretti deveriam formar uma comissão para estudar (auditoria) como estas equipes pequenas são administradas. Na verdade, isso de piloto pagante é uma grande pilantragem que desde tempos remotos vem assolando o automobilismo. Até na F1 tem isso. As equipes, ao invés de investirem na evolução dos carros, embolsam a grana e simplesmente não colocam nenhum centavo para melhorarem a sua competitividade. Assim não dá!!! Isso é um desrespeito ao fã das corridas que quer ver esporte e não pic-nic de rico feito o GT3 itaipava.
Eu assino embaixo de tudo o que o amigo acima falou, sem aumentar nem por , grande Willy!!!
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